PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social

Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…



Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.



Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.



Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Como diminuir a depressão?

Os medicamentos antidepressivos podem ser muito úteis para as pessoas que sofrem da Doença de Alzheimer e depressão.

Estes medicamentos podem melhorar os sintomas de tristeza e apatia, e podem também melhorar o apetite e os problemas relacionados com o sono.

São medicamentos que não causam habituação. O médico pode também sugerir outros medicamentos que podem ajudar a diminuir outros problemas, como alucinações ou ansiedade.

Que posso fazer para ajudar o meu familiar?

É preciso manter uma rotina para o doente com Alzheimer.

Evitar os ruídos altos e o excesso de estímulos. Um ambiente plácido, com caras familiares e gratas recordações, ajudam-no a aliviar o medo e a ansiedade. São necessárias expectativas realistas acerca do que o doente pode fazer. Esperar demasiado pode fazer com que ambos se sintam frustrados.

Deixe-se o doente ajudar nas tarefas simples e que sejam do seu agrado, tal como preparar alimentos, cuidar de plantas, trabalhos manuais e separar fotografias.

Acima de tudo, é necessário manter uma atitude positiva. Elogios frequentes ao doente podem ajudá-lo a que se sinta melhor, podendo ajudar também o cuidador.

Como pessoa encarregada do cuidado duma pessoa com DA, deve também cuidar de si mesmo.

Se se sente demasiado cansado ou frustrado, será menos capaz de ajudar o doente. Solicite ajuda dos familiares e aigos ou de Instituições Sociais.

Pode encontrar-se alívio (assistência a curto prazo que se ofereça a uma pessoa com DA com o objectivo de permitir que a pessoa encarregada do cuidado descanse), num grupo de cidadãos de terceira idade próximos, numa Associação vocacionada para o efeito.

Basta, em muitos casos, um telefonema para conseguir a ajuda desejada.

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