Melhor forma de lidar com elas – 2
Um estudo concluiu que a ansiedade e a frustração podem ser aliviadas ao ver filmes ou vídeos, fotografias, dos membros da família e os eventos do passado do paciente.
Estes, pacientes, podem tornar-se agressivos, por vezes, pelo que se deverá voltar a tranquilizar e dirigir para outra actividade.
Não existe uma personalidade única na DA, da mesma forma que não existe uma só personalidade humana.
Cada paciente deverá tratar-se como o indivíduo que ele ou ela continua a ser, inclusive depois de o ser social ter desaparecido.
Para o prestador de assistência, zelar pelo asseio dos pacientes pode ser uma experiência de imaginação. Por um lado, muitos resistem a tomar banho.
Alguns cônjuges consideram que tomar banho com o par doente pode resolver o problema por uns tempos.
Frequentemente, o paciente perde o sentido da cor e do desenho, pelo que vestirá roupa estranha ou que não combina.
Isto podeser muito frustrante para um ente querido, em particular, já que a vergonha é uma emoção comum e dolorosa, vivida pelo cuidador.
É importante manter o sentido de humor e perspectiva e aprender em que batalhas vale a pena lutar e quais se deve abandonar.
Tão rapidamente é diagnosticada a DA, ao paciente deverá proibir-se a condução. Um estudo sueco concluiu que mais de metade das pessoas idosas envolvidas em acidentes mortais, tinham um grau de deterioração neurológica.
Outro assunto potencialmente perigoso é a tendência dos DA em deambular.
No momento em que desenvolve esta tendência, muitos prestadores de cuidados consideram ter chegado o momento de procurar a institucionalizazação numa instituição protectora para os entes queridos.
Para os pacientes que ficam em casa, devrão instalar-se fechaduras por fora das portas, que o cuidador possa abrir mas não o paciente.
Poderiam instalar-se alarmes.
Deverá implementar-se um programa de exercício diário que ajude a cansar fisicamente o paciente; um estudo revelou que andar meia hora três ou quatro vezes ao dia também melhora a comunicação.
Um programa oferecido pela Alzheimer’s Association proporciona ao paciente uma pulseira com um número telefónico gratuito de “retorno em segurança”, etiquetas na roupa e um número de identificação.
A informação pessoal e médica acerca do paciente e os números de telefone são armazenados numa base de dados central.
Se se encontra uma pessoa perdida, deverá chamar-se primeiro a polícia. Depois, o prestador de cuidados fornece o número de identificação do paciente e toda a informação apropriada. Então, envia-se um alerta aos órgãos de execussão de leis através de todo o país.
PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social
Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
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