PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social

Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…



Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.



Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.



Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.



segunda-feira, 26 de julho de 2010

A depressão

Uma mulher que trabalhava num banco há bastantes anos, caiu em desespero.
Estava dão deprimida que corria o risco de esgotamento nervoso.
Consultou um médico especialista e este, procurando estabelecer um diagnóstico, perguntou-lhe, após tê-la ouvido durante cerca dum quarto de hora.
«Como se chama a jovem que trabalha a seu lado no banco?» “Sónia”, respondeu. «Sónia, quê?» “Não sei” «Sabe onde mora a Sónia?» “Não!” «Que faz ela nas horas vagas?» “Também não sei”.
O médico entendeu que o egoísmo estava a roubar a alegria daquela pobre mulher.
«Posso ajudá-la, mas vai ter que me prometer que fará o que lhe pedir». “Farei qualquer coisa!”, afirmou ela.
«Em primeiro lugar, torne-se amiga da Sónia. Convide-a a jantar em sua casa. Descubra o que almeja na vida e faça o que puder para a ajudar. Depois, faça amizade com o seu vendedor de jornais e veja se pode fazer alguma coisa para o ajudar, como com sua mulher e filhos. Depois ainda, torne-se amiga do zelador do prédio onde mora e descubra qual é o sonho da sa vida. Dentro de dois meses, volte cá, para conversarmos de novo.
Os dois meses passaram e ela não voltou ao consultório. Mas, escreveu numa carta sem sinais de tristeza ou melancolia, mas de alegria.
Tinha ajudado a Sónia a entrar na Universidade, ajudou a cuidar duma filha doente do vendedor de jornais, e ensinou o zelador a ler e escrever, pois era analfabeto.
«Nunca imaginei que pudesse sentir-me tão feliz», escreveu ela.
Os que vivem apenas para si mesmos nunca encontrarão a paz e a alegria. Todos evemos querer ajudar os outros. Digo querer, porque poder é, muitas vezes, coisa mais difícil.
Para ajudarmos os outros, precisamos primeiro que nos ajudem a conseguirmos umas instalações onde possamos desenvolver as actividades, de ajuda a quem dela necessita, que nos propomos.
Mas, parece que teremos de descobrir qual o segredo para que quem pode fazê-lo o faça sem reticências, que já levam mais de sete anos.
Querem fazer o favor de pensar nisto? É que não queremos entrar em depressão, em melancolia ou tristeza, esses sentimentos de isolamento – emoçõe comuns a todos – embora aspectos normais da vida, mas que minam a energia do indivíduo e perturba os seus hábitos de sono e alimentação, podendo provocar mal-estar físico e tornar a vítima mais susceptível a infecções e doenças. Queiram olhar pela nossa saúde, por favor…

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