PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social

Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…



Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.



Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.



Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.



sexta-feira, 30 de julho de 2010

Memória

Compreende-se por memória a capacidade de conservar informações referentes a experiências anteriores. A sua importância radica-se no facto de contribuir para a formação de hábitos e de permitir o reconhecimento de coisas já conhecidas ou facilitar o conhecimento de novas.
A capacidade de recordação envolve componentes, como a correlação entre o que é lembrado, a pessoa e o seu passado.
A evocação voluntária dum nome ou dum ano, por exemplo, pode ser realizada em fracções de segundo, ou exigir um grande esforço de pensamento.
Em ambos os casos, o acto de lembrar uma determinada informação, além de voluntário, realiza-se e ou conduz a relações com outras informações.
As circunstâncias também podem fazer emergir uma lembrança repentinamente; mas, mesmo essa recordação involuntária só acontece a partir de alguma situação análoga vivida antes.
O acto de recordar implica sempre – independentemente da vontade de cada um – uma atitude consciente.
A memória funciona como uma espécie de armazém de todas as experiências vividas ou imaginadas.
As informações que são tansmitidas pelos órgãos dos sentidos e as decorrentes de situações emocionais, parecem ser traduzidas para um código especial – através das células nervosas cerebrais – e inseridas, em seguida, no contexto próprio da memória. Nenhuma experiência vivida se perde, uma vez que a memória é constituída por diversos níveis que, embora interrelacionados possuem, cada um, uma dinâmica e um código próprios.
Os distúrbios do sistema nervoso e a grande maioria das doenças ralacionadas com a idade avançada, são atribuídos a defeitos da memória. Por isso, o mecanismo da memória está a ser cada vez mais estudado pelos fisiologistas, com o obejectivo de encontrar meios de melhorar o seu funcionamento nos casos de alteração parcial ou total.

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