Demência Normal
Memória e Concentração
· Lapsos menores e periódicos da memória ou esquecimento de parte duma vivência.
· Lapsos ocasionais da atenção ou lapsos da atenção e concentração.
· Perda de objectos importantes.
· Confusão acerca de como cumprir tarefas simples.
· Dificuldade para tomar decisões correntes.
· Confusão acerca do mês ou da estação do ano.
Estado de Ânimo e Comportamento
· Tristeza temporal ou ansiedade com base numa causa própria específica.
· Interesses alterados.
· Comportamento cada vez mais cauteloso.
· Alterações imprevisíveis do estado de ânimo.
· Perda crescente dos interesses exteriores.
· Depressão, ira ou confusão em processo de mudança.
· Negação dos sintomas.
Sinais posteriores da DA em Demência Normal
· Atitudes não deterioradas da linguagem.
· Dificuldade para completar frases ou encontrar as palavras adequadas.
· Redução da conversação e/ou conversação irrelevante
Movimento na Coordenação
· Aumento na precaução motora
· Maior lentidão para reagir.
· Deterioração do movimento ou coordenação, incluindo lentidão nos movimentos, andar e uma redução no sentido do equilíbrio.
PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social
Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Quais os sintomas da Doença de Alzheimer?
Os primeiros podem passar despercebidos, já que se assemelham aos sinais do envelhecimento natural.
Estes sintomas incluem esquecimento, perda da concentração, perda de peso sem explicação e problemas motores, incluindo dificuldades ligeiras no andar.
Nos indivíduos sãos, sintomas similares podem ser resultado de fadiga ou depressão, doença, perda de visão ou de audição, uso do alcool ou certo medicamentos, ou simplesmente a carga de ter demasiados detalhes para recordar imediatamente.
Mas quando a perda de mem´ria piora, a família e os amigos percebem que existem problemas graves.
Um indício para diferenciar a Doença de Alzheimer do envelhecimento normal, pode ser a incapacidade do paciente para compreender o significado da palavras.
Os problemas sensoriais que a acompanham, como a perda de audiçã e uma diminuição na capacidade de ler, assim como a debilidade física geral nos pacientes diagnosticados com DA, indicam um tempo mais curto de sobrevivência.
Alguns outros transtornos podem causar estes sintomas extremos e deverão descobrir-se antes que um diagnóstico de DA possa ser feito.
Estrictamente falando, um diagnóstico definitivo de DA só poderá efectuar-se através duma autópsia, após a morte d paciente.
Diagnóstico de Doença de Alzheimer
Não se criou um exame definitivo para diagnosticar a Doença de Alzheimer, inclusive nos pacientes que mostram sinais de demência.
Uma análise ao sangue, para detecção do gene ApoE4 pode ser útil para confirmar um diagnóstico nos pacientes que mostram sintomas de DA, embora continue sem er definitivo um resultado positivo.
O líquido cefalorraquidiano, que mostra altos níveis de proteína tau, o ingrediente principal das fibras nervosas enredadas dos cérebros das pessoas com DA, pode servir como indicador e diagnóstico.
O exame é invasor, no entanto, e actualmente só se emprega em investigações.
Comummente, um médico levará a cabo uma série de exames para descobrir outros transtornos que possam ser responsáveis pelos sintomas do paciente – entre eles, depressão severa, doença de Parkinson, acidentes vasculares múltiplos (demência por multienfarte) e abuso de drogas.
Outras doenças, menos comuns, que podem causar sintomas similares aos da DA, são a doença da Tiróide, anemia perniciosa, coágulos sanguíneos, hidrocéfalo (acumulação de liquído cefalorraquidiano no cérebro), sífilis, doença de Huntington, doença de Creutzfeldt-Jacob e tumores cerebrais.
Estes sintomas incluem esquecimento, perda da concentração, perda de peso sem explicação e problemas motores, incluindo dificuldades ligeiras no andar.
Nos indivíduos sãos, sintomas similares podem ser resultado de fadiga ou depressão, doença, perda de visão ou de audição, uso do alcool ou certo medicamentos, ou simplesmente a carga de ter demasiados detalhes para recordar imediatamente.
Mas quando a perda de mem´ria piora, a família e os amigos percebem que existem problemas graves.
Um indício para diferenciar a Doença de Alzheimer do envelhecimento normal, pode ser a incapacidade do paciente para compreender o significado da palavras.
Os problemas sensoriais que a acompanham, como a perda de audiçã e uma diminuição na capacidade de ler, assim como a debilidade física geral nos pacientes diagnosticados com DA, indicam um tempo mais curto de sobrevivência.
Alguns outros transtornos podem causar estes sintomas extremos e deverão descobrir-se antes que um diagnóstico de DA possa ser feito.
Estrictamente falando, um diagnóstico definitivo de DA só poderá efectuar-se através duma autópsia, após a morte d paciente.
Diagnóstico de Doença de Alzheimer
Não se criou um exame definitivo para diagnosticar a Doença de Alzheimer, inclusive nos pacientes que mostram sinais de demência.
Uma análise ao sangue, para detecção do gene ApoE4 pode ser útil para confirmar um diagnóstico nos pacientes que mostram sintomas de DA, embora continue sem er definitivo um resultado positivo.
O líquido cefalorraquidiano, que mostra altos níveis de proteína tau, o ingrediente principal das fibras nervosas enredadas dos cérebros das pessoas com DA, pode servir como indicador e diagnóstico.
O exame é invasor, no entanto, e actualmente só se emprega em investigações.
Comummente, um médico levará a cabo uma série de exames para descobrir outros transtornos que possam ser responsáveis pelos sintomas do paciente – entre eles, depressão severa, doença de Parkinson, acidentes vasculares múltiplos (demência por multienfarte) e abuso de drogas.
Outras doenças, menos comuns, que podem causar sintomas similares aos da DA, são a doença da Tiróide, anemia perniciosa, coágulos sanguíneos, hidrocéfalo (acumulação de liquído cefalorraquidiano no cérebro), sífilis, doença de Huntington, doença de Creutzfeldt-Jacob e tumores cerebrais.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Doença de Alzheimer
O género
Um estudo recente indica que os factores de risco da DA podem ser diferentes nas mulheres e nos homens. Estes correm um risco maior de desenvolver a doença. A terapia pelo estrogéneo pode ajudar a proteger a mulheres mais velhas.
Traumatismo cranioencefálico
A lesão da cabeça pode adelerar o desenvolvimento da DA nas pessoas que já são susceptíveis à doença.
Arteriosclerose
Alguns estudos (não todos) encontraram uma ligação entre a arteriosclerose, o endurecimento das artérias, e a DA, em particular entre as pessoas portadoras do gene ApoE4.
Como se pode prevenir a Doença de Alzheimer?
Dieta
Uma análise preliminar dos hábitos alimentares em onze países, indica que uma dieta baixa em gorduras pode reduzir o risco da DA.
Nos países com dietas baixas em gorduras, como a China e a Nigéria,, o risco de desenvolver a doença é de 1% aos 65 anos, comparado com 5% nos Estados Unidos.
Para apoiar isto, um estudo na Holanda concluiu que as dietas elevadas em gordura total, gordura saturada e colesterol, estavam associadas á demência.
Embora se devam evitar as gorduras saturadas e os ácidos transadíficos, algumas gorduras que se encontram em peixes como o salmão, a pescada e o atum, são essenciais para o desenvolvimento contra a deterioração mental na velhice.
Evitar riscos do meio ambiente
A associação entre o risco incrementado da DA e o alumínio e o zinco, é muito débil, mas causou alarme.
Nada se perde mediante o emprego de utensílios de cozinha feitos doutros materiais e evitar medicamentos comuns sem prescrição com conteúdo elevado de alumínio, como os antiácidos.
Quanto ao zinco, as diferenças são graves, e as pessoas necessitam deste mineral, embora os suplementos sejam raras vezes necessários.
Um estudo recente indica que os factores de risco da DA podem ser diferentes nas mulheres e nos homens. Estes correm um risco maior de desenvolver a doença. A terapia pelo estrogéneo pode ajudar a proteger a mulheres mais velhas.
Traumatismo cranioencefálico
A lesão da cabeça pode adelerar o desenvolvimento da DA nas pessoas que já são susceptíveis à doença.
Arteriosclerose
Alguns estudos (não todos) encontraram uma ligação entre a arteriosclerose, o endurecimento das artérias, e a DA, em particular entre as pessoas portadoras do gene ApoE4.
Como se pode prevenir a Doença de Alzheimer?
Dieta
Uma análise preliminar dos hábitos alimentares em onze países, indica que uma dieta baixa em gorduras pode reduzir o risco da DA.
Nos países com dietas baixas em gorduras, como a China e a Nigéria,, o risco de desenvolver a doença é de 1% aos 65 anos, comparado com 5% nos Estados Unidos.
Para apoiar isto, um estudo na Holanda concluiu que as dietas elevadas em gordura total, gordura saturada e colesterol, estavam associadas á demência.
Embora se devam evitar as gorduras saturadas e os ácidos transadíficos, algumas gorduras que se encontram em peixes como o salmão, a pescada e o atum, são essenciais para o desenvolvimento contra a deterioração mental na velhice.
Evitar riscos do meio ambiente
A associação entre o risco incrementado da DA e o alumínio e o zinco, é muito débil, mas causou alarme.
Nada se perde mediante o emprego de utensílios de cozinha feitos doutros materiais e evitar medicamentos comuns sem prescrição com conteúdo elevado de alumínio, como os antiácidos.
Quanto ao zinco, as diferenças são graves, e as pessoas necessitam deste mineral, embora os suplementos sejam raras vezes necessários.
domingo, 8 de agosto de 2010
Como prevenir a Doença de Alzheimer?
Os estudos apontam, cada vez mais, que o estrogéneo protege contra a DA e o funcionamento mental reduzido, normalmente associado á velhice.
Vários estudos concluiram que as mulheres que fazem terapia de substituição de hormonas (em várias combinações), obtêm melhores resultados em provas de memória e de aprendizagem que as mulheres que não fazem esse tratamento.
Dois estudos recentes concluiram que as mulheres que faziam a substituição de hormonas corriam riscos reduzidos de DA – num estudo o risco foi inferior a 60%.
O tratamento com estrogéneo pode inclusive ajudar as mulheres com Doança de Alzheimer entre leve a moderada, que mostravam um melhor funcionamento mental depois de tomarem estrogéneos. E outro mostrou menos evidência de DA nos cérebros das mulheres que tomavam estrogéneo que nas que não o tomavam.
Estas informações são apoiadas por estudos em animais, que indicam que o estrogéneo desencadeia um pocesso que conduz à producção de acetilcolina, um químico que se encontra em níveis muito reduzidos nos pacientes com Alzheimer. Parece também que a terapia de estrogéneo estimula o fluxo sanguíneo no cérebro.
Educação Contínua e Actividade Mental
Vários estudos reportaram um maior risco de DA entre as pessoas com menos educação e um risco menor de demência e DA nas pessoas que permanecem activas mentalmente.
Alguns especialistas especulam que a aprendizagem em si estimula um maior crescimento de neurónios e, portanto, pode criar uma reserva maior no cérebro, de tal maneira que demora mai tempo para que as células cerebrais sejam destruídas.
Outros, acreditam que forças de índole sócio-económica, como a dieta e toxinas do meio ambiente, podem tornar as pessoas de nível cultural mais baixo mais susceptíveis.
Um estudo em curso, com freiras, não encontrou qualquer associação entre a educação e a DA, mas encontrou um alto risco de DA entre aqueles cujas redacções eram ricas em ideias.
Alguns especialistas postulam que este estudo oferece a evidência de que a Doença de Alzheimer é uma doença de índole vitalícia, que começa numa idade precoce e que a educação cont+inua não oferece qualquer protecção.
O estudo foi muito pequeno, no entanto, e quando se avaliaram casos fora do estudo, empregando os mesmos critérios, não ocorreram os mesmos resultados.
Em qualquer caso, permanecer mentalmente activo e interessado na vida, será sempre uma boa recomendação.
Vários estudos concluiram que as mulheres que fazem terapia de substituição de hormonas (em várias combinações), obtêm melhores resultados em provas de memória e de aprendizagem que as mulheres que não fazem esse tratamento.
Dois estudos recentes concluiram que as mulheres que faziam a substituição de hormonas corriam riscos reduzidos de DA – num estudo o risco foi inferior a 60%.
O tratamento com estrogéneo pode inclusive ajudar as mulheres com Doança de Alzheimer entre leve a moderada, que mostravam um melhor funcionamento mental depois de tomarem estrogéneos. E outro mostrou menos evidência de DA nos cérebros das mulheres que tomavam estrogéneo que nas que não o tomavam.
Estas informações são apoiadas por estudos em animais, que indicam que o estrogéneo desencadeia um pocesso que conduz à producção de acetilcolina, um químico que se encontra em níveis muito reduzidos nos pacientes com Alzheimer. Parece também que a terapia de estrogéneo estimula o fluxo sanguíneo no cérebro.
Educação Contínua e Actividade Mental
Vários estudos reportaram um maior risco de DA entre as pessoas com menos educação e um risco menor de demência e DA nas pessoas que permanecem activas mentalmente.
Alguns especialistas especulam que a aprendizagem em si estimula um maior crescimento de neurónios e, portanto, pode criar uma reserva maior no cérebro, de tal maneira que demora mai tempo para que as células cerebrais sejam destruídas.
Outros, acreditam que forças de índole sócio-económica, como a dieta e toxinas do meio ambiente, podem tornar as pessoas de nível cultural mais baixo mais susceptíveis.
Um estudo em curso, com freiras, não encontrou qualquer associação entre a educação e a DA, mas encontrou um alto risco de DA entre aqueles cujas redacções eram ricas em ideias.
Alguns especialistas postulam que este estudo oferece a evidência de que a Doença de Alzheimer é uma doença de índole vitalícia, que começa numa idade precoce e que a educação cont+inua não oferece qualquer protecção.
O estudo foi muito pequeno, no entanto, e quando se avaliaram casos fora do estudo, empregando os mesmos critérios, não ocorreram os mesmos resultados.
Em qualquer caso, permanecer mentalmente activo e interessado na vida, será sempre uma boa recomendação.
sábado, 7 de agosto de 2010
O grupo étnico
A doença de Alzheimer é rara na África Ocidental; no entanto, os afro-americanos correm um risco quato vezes maior que os americanos brancos, e o seu risco está associado à presença da APOE4.
Os hispânicos correm um risco de mais do dobro dos brancos.
A doença de Alzheimer ocorre menos entre os nativos americanos. Crees e Cherokes e nas pessoas da China ou Japão, que na população americana em geral.
(Um estudo entre homens japoneses, não obstante, revelou que aqueles que emigraram para os Estados Unidos sofreram uma maior taxa da DA).
Embora diferentes factores genéticos possam afectar grupos étnicos específicos, os factores do meio ambiente podem desempenhar importante papel na DA.
Factores do ambiente
Vírus. Já que várias outras doenças neurológicas degenerativas, como a doença de Creutzfeldt-Jacob, são causadas por um vírus lento, infeccioso, os investigadores exploram a rota vírica como causa possível da DA.
Não existe evidência de que a DA seja transmissível, mas uma possibilidade é que a sensibilidade genética juntamente com a deterioração do sistema imunológico deixa uma pesoa vulnerável a tal vírus.
Um estudo indicou que o vírus 1 do herpes pode proporcionar este enlace: o resultados determinaram que o risco de DA é muito mais elevado nas pessoas com ApoE4, que também evidenciam este vírus, mas o risco é normal nas pessoas com um só destes factores.
Os metais. Apesar de existir a inquietação de que o alumínio poderia desempenhar um papel na DA, os estudos não demonstraram qualquer relação entre o desenvolvimento da DA e a exposição ao alumínio na cozinha, trabalho ocupacional ou água potável.
A DA pensava-se uma doença que resulta de iões de alumínio que substituem os de ferro e se acumulam nas células, contribuindo assim, possivelmente, para a demência já existente.
Alguns investigadores acreditam que as quantidades excessivas de zinco podem pomover a formação de placas amilóides.
Os hispânicos correm um risco de mais do dobro dos brancos.
A doença de Alzheimer ocorre menos entre os nativos americanos. Crees e Cherokes e nas pessoas da China ou Japão, que na população americana em geral.
(Um estudo entre homens japoneses, não obstante, revelou que aqueles que emigraram para os Estados Unidos sofreram uma maior taxa da DA).
Embora diferentes factores genéticos possam afectar grupos étnicos específicos, os factores do meio ambiente podem desempenhar importante papel na DA.
Factores do ambiente
Vírus. Já que várias outras doenças neurológicas degenerativas, como a doença de Creutzfeldt-Jacob, são causadas por um vírus lento, infeccioso, os investigadores exploram a rota vírica como causa possível da DA.
Não existe evidência de que a DA seja transmissível, mas uma possibilidade é que a sensibilidade genética juntamente com a deterioração do sistema imunológico deixa uma pesoa vulnerável a tal vírus.
Um estudo indicou que o vírus 1 do herpes pode proporcionar este enlace: o resultados determinaram que o risco de DA é muito mais elevado nas pessoas com ApoE4, que também evidenciam este vírus, mas o risco é normal nas pessoas com um só destes factores.
Os metais. Apesar de existir a inquietação de que o alumínio poderia desempenhar um papel na DA, os estudos não demonstraram qualquer relação entre o desenvolvimento da DA e a exposição ao alumínio na cozinha, trabalho ocupacional ou água potável.
A DA pensava-se uma doença que resulta de iões de alumínio que substituem os de ferro e se acumulam nas células, contribuindo assim, possivelmente, para a demência já existente.
Alguns investigadores acreditam que as quantidades excessivas de zinco podem pomover a formação de placas amilóides.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A doença de Alzheimer
A doença de Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro, para a qual não existe ecuperação ou emissão.
Lenta e inexoravelmente, a doença ataca as células nervosas de todo o córtex cerebral, assim como algumas estruturas nervosas, deteriorando assim as capacidades da pessoa governar as emoções, reconhecer erros e padrões, coordenar o movimento e recordar…
Por último, a pessoa afectada perde toda a memória e o funcionamento mental.
Aproximadamente metade das pessoas internadas em locais (tipo asilo) para anciãos, e quase metade de todas as pessoas com mais de 85 anos, sofrem da doença de Alzheimer.
É agora a quarta causa principal de morte ns mais velhos e, a menos que se desenvolvam métodos eficazes para a prevenção e tratamento, a doença de Alzheimer alcançará proporções epidémicas nos meados do século.
Até há pouco, duas anomalias significativas foram observadas nos cérebros das pessoas afectadas: fibras retorcidas de células nervosas conhecidas como redes neurofibrilares e uma proteína pegajosa chamada beta amilóide.
As redes fibrilares são os restos danificados dos microtúbulos, a estrutura de apoio que permite o fluxo de nutrientes através dos neurónios. Uma forma mutada da proteína conhecida como «tau», encontra-se nestas redes, e alguns especialistas acreditam que esta versão defeituosa atrai e possui proteínas tau normais que ajudam comunmente no fabrico duma estrutura de microtúbulos saudáveis.
Os invetigadores identificaram outras proteínas importantes, entre outras a proteína de união associada de retilo endoplasmico, das placas de amilóide que se encontram em áreas do cérebro afectadas pela doença de Alzheimer.
Alguns investigadores pensam que a beta amilóide pode rasgar-se em fragmentos que libertam radicais livres de oxigénio – químicos normais no corpo, que causam vários processos daninhos, quando produzidos em excesso.
Um destes processos pode ser a resposta inflamatória na qual o sistema imunitário liberta anticorpos cuja missão é combater o agentes nocivos, mas, se produzidos em excesso, podem lesionar as próprias células do corpo.
(The American Journal of Alzheimer’s Care)
Lenta e inexoravelmente, a doença ataca as células nervosas de todo o córtex cerebral, assim como algumas estruturas nervosas, deteriorando assim as capacidades da pessoa governar as emoções, reconhecer erros e padrões, coordenar o movimento e recordar…
Por último, a pessoa afectada perde toda a memória e o funcionamento mental.
Aproximadamente metade das pessoas internadas em locais (tipo asilo) para anciãos, e quase metade de todas as pessoas com mais de 85 anos, sofrem da doença de Alzheimer.
É agora a quarta causa principal de morte ns mais velhos e, a menos que se desenvolvam métodos eficazes para a prevenção e tratamento, a doença de Alzheimer alcançará proporções epidémicas nos meados do século.
Até há pouco, duas anomalias significativas foram observadas nos cérebros das pessoas afectadas: fibras retorcidas de células nervosas conhecidas como redes neurofibrilares e uma proteína pegajosa chamada beta amilóide.
As redes fibrilares são os restos danificados dos microtúbulos, a estrutura de apoio que permite o fluxo de nutrientes através dos neurónios. Uma forma mutada da proteína conhecida como «tau», encontra-se nestas redes, e alguns especialistas acreditam que esta versão defeituosa atrai e possui proteínas tau normais que ajudam comunmente no fabrico duma estrutura de microtúbulos saudáveis.
Os invetigadores identificaram outras proteínas importantes, entre outras a proteína de união associada de retilo endoplasmico, das placas de amilóide que se encontram em áreas do cérebro afectadas pela doença de Alzheimer.
Alguns investigadores pensam que a beta amilóide pode rasgar-se em fragmentos que libertam radicais livres de oxigénio – químicos normais no corpo, que causam vários processos daninhos, quando produzidos em excesso.
Um destes processos pode ser a resposta inflamatória na qual o sistema imunitário liberta anticorpos cuja missão é combater o agentes nocivos, mas, se produzidos em excesso, podem lesionar as próprias células do corpo.
(The American Journal of Alzheimer’s Care)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Velhice, senilidade e demência
Tal como o corpo, a mente necessita de actividade para se manter em forma. Mesmo e sobretudo nos mais velhos, quano mais activa é a mente, tanto mais agudas são a sua memória e capacidade de resolver problemas. Nunca é tarde para se aprender coisas novas.
Os mais velhos podem, às vezes, sofrer duma «sobrecarga de informações», pois a perda de neurónios afecta a memória de curto prazo. Contudo, uma vez aprendida uma matéria nova, os mais velhos recordam-na tão bem como os mais jovens.
A melhor maneira de os mais velhos adquirirem novas informações é activarem a sua memória de longo prazo, para o que se lhes deve permitir apreenderem as informações novas ao ritmo que lhes convenha. Quanto menos interferência exterior, melhor. Disse um reformado que criou a sua empresa aos 65 anos: «Deus conferiu-nos certo talentos e, se os conferiu, é para que os usemos.» A velhice pode ser um período de grande maturidade e realização intelectual. Muitos fizeram o seu melhor trabalho depois dos sessenta anos.
Como em todas as doenças, o diagnóstico é a chave do tratamento eficaz. Os esquecimentos ocasionais são comuns em todas as fases da vida.
No entanto, muitas pessoas julgam, erradamente, que os lapsos de memória nos idosos são sinal incontestável de senilidade.
O mito da senilidade fez, desde sempre, parte das culturas ocidentais. Existe uma tendência malévola na maioria das pessoas para pensar que os velhos têm o seu intelecto diminuído. Se um jovem um um homem de meia idade não se lembrarem onde deixaram um objecto, isso nada significa; mas se esta distracção for detectada num velho, as pessoas dizem que já está a perder a memória.
Doenças como a gripe e uma anemia podem provocar períodos de confusão transitória nos mais velhos. Quando uma pessoa de idade se sente depimida, por exemplo pela morte dum familiar ou amigo, a perda de memória ou mesmo um afundamento total do seu intelecto, é ainda mais vulgar e compreensível.
A expectativa de demência fere o amor-próprio da pessoa que envelhece, e os primeiros sinais são muitas vezes escondidos ou negados pelo próprio idoso ou pelas famílias; no entanto, ignorar a situação pode causar poblemas médicos graves.
Em cada cem idosos que menifestem sintomas de demência, trinta apresentam comportamento senil curável, que deaparecerá em grande parte com tratamento adequado.
Os mais velhos podem, às vezes, sofrer duma «sobrecarga de informações», pois a perda de neurónios afecta a memória de curto prazo. Contudo, uma vez aprendida uma matéria nova, os mais velhos recordam-na tão bem como os mais jovens.
A melhor maneira de os mais velhos adquirirem novas informações é activarem a sua memória de longo prazo, para o que se lhes deve permitir apreenderem as informações novas ao ritmo que lhes convenha. Quanto menos interferência exterior, melhor. Disse um reformado que criou a sua empresa aos 65 anos: «Deus conferiu-nos certo talentos e, se os conferiu, é para que os usemos.» A velhice pode ser um período de grande maturidade e realização intelectual. Muitos fizeram o seu melhor trabalho depois dos sessenta anos.
Como em todas as doenças, o diagnóstico é a chave do tratamento eficaz. Os esquecimentos ocasionais são comuns em todas as fases da vida.
No entanto, muitas pessoas julgam, erradamente, que os lapsos de memória nos idosos são sinal incontestável de senilidade.
O mito da senilidade fez, desde sempre, parte das culturas ocidentais. Existe uma tendência malévola na maioria das pessoas para pensar que os velhos têm o seu intelecto diminuído. Se um jovem um um homem de meia idade não se lembrarem onde deixaram um objecto, isso nada significa; mas se esta distracção for detectada num velho, as pessoas dizem que já está a perder a memória.
Doenças como a gripe e uma anemia podem provocar períodos de confusão transitória nos mais velhos. Quando uma pessoa de idade se sente depimida, por exemplo pela morte dum familiar ou amigo, a perda de memória ou mesmo um afundamento total do seu intelecto, é ainda mais vulgar e compreensível.
A expectativa de demência fere o amor-próprio da pessoa que envelhece, e os primeiros sinais são muitas vezes escondidos ou negados pelo próprio idoso ou pelas famílias; no entanto, ignorar a situação pode causar poblemas médicos graves.
Em cada cem idosos que menifestem sintomas de demência, trinta apresentam comportamento senil curável, que deaparecerá em grande parte com tratamento adequado.
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