Na Doença de Alzheimer produz-se uma atrofia cerebral progressiva, bilateral e difusa, que começa nas regiões mesiais temporais para logo afectar o neocórtex, sobretudo o temporal, parietal e frontal.
Produzem a lesão e posterior destruição do neurónio em relação como aparecimento tanto de depósitos insolúveis extracelulares, placas amilóides, como intracelulares.
O elemento fundamental dos depósitos extracelulares é a proteíne beta-amilóide, que forma redes e se agrega ao núcleo denso e as placas neuronais ou neuríticas, estas com um núcleo denso e presença da proteína percursora da beta-amilóide imunopositiva, que se produz através duma excisão anómala da proteína percursora da beta-amilóide (APP).
Quando a APP é excindida pela a-secretasa, que é a via normal, o producto resultante é um péptido solúvel, depois eliminado facilmente pelo organismo.
Mas, na DA predomina a excisão consecutiva da APP por parte da beta-secretasa primeiro, e a y-secretasa depois, formando-se então o péptido beta-amilóide, insolúvel, que os neurónios excretam para o exterior.
Seguidamente, as células da glia (astrócitos e microglia) tentam sem êxito a eliminação da beta-amilóide, gerando-se um processo inflamatório que, juntamente com o próprio efeito tóxico da beta-amilóide,contribui para lesionar os neurónios.
Quanto aos depósitos intracelulares, constituem a degeneração neurofibrilar, cujo principal componente é a proteína tau.
Esta proteína normal forma as “pontes” que mantêm correctamente unidos os microtúbulos que conformam o citoesqueleto neuronal, mas na DA produz-se uma hiper-fosforilação anómala da proteína tau, que dá lugar à degeneração neurofibrilar com a formação dos óvulos neurofibrilares.
Os dois tipos d lesões podem encontrar-se também no cérebro de anciãos saudáveis, e o que na realidade marca o diagnóstico histopatológico é a quantidade e localização, correlacionando-se o seu número e densidade com a intensidade da demência nestes pacientes.
PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social
Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Factores Genéticos na Doença de Alzheimer
Em determinados casos (Doença de Alzheimer complexa ou esporádica), a etiologia é multifactorial, comdiversos factores de risco, que incluem a predisposição genética (evidenciada porque aumenta a frequência se se tem um familiar em primeiro grau com a doença, e mais ainda se são vários), a idade (é mais frequente a partir dos 65 anos, a partir dos quais o risco duplica todos os cinco anos) e factores de risco exógenos, ambientais, que parecem favorecer o seu desenvolvimento, como ocorre com os traumatismos cránio-encefálicos graves.
Na DA esporádica, nem os factores genéticos nem os mbientais isoladamente provocam a doença. Os factores genéticos e ambientais associados entre si são necessários, mas não suficientes, precisando além disso do concurso do factor envelhecimento.
A Doença de Alzheimer é mais frequente nos indivíduos portadores do alelo E4 e da ApoE, cromossoma 19, especialmente nos casos homozigóticos para o dito alelo.
Pelo contrário, postulou-se um efeito oposto para o alelo E2 da mesma ApoE (Apolipoproteína E), que teria portanto um papel protector.
Cada vez é mais sombria a evidência epidemiológica que os factores de riscos vasculares (diabetes, hipertensão arterial, dietas ricas em gorduras…) e outros, como a intoxicação crónica ligeira por metais como o cobre, favorecem também o desenvolvimento da DA nas pessoas geneticamente predispostas.
Muitos factores são controláveis mediante a dieta, a manutenção dum peso corporal adequado e alguns medicamentos, o que incrementa a sua importância epidemiológica.
O mesmo pode dizer-se da chamada “Reserva Cognitiva”.
As pessoas com maior capacidade cognitiva natural e adquirida (QI, cultura, estudos académicos, participação em actividades intelectuais e de entretenimento, como jogos de mesa, baile…), apresentam a doença mais tarde que os com menor Reserva Cognitiva em igual quantidade de lesões histopatológicas cerebrais típicas da DA, presentes nos seus cérebros.
Duas pessoas podem ter a mesma quantidade de lesões histopatológicas, mas uma delas pode mostrar-se muito mais demenciada que a outra. A ideia que há por trás da Reserva Cognitiva, é que o cérebro tenta compensar-se melhor, mediante a utilização de redes cerebrais alternativas, ou mais eficientes, podendo funcionar com mais normalidade, apesar da sua histopatologia.
Também se vê afectada pela idade, a prevalência que é de 0,02% na idade entre os 30 e os 59 anos, passa a ser de 10,8% para as idaades compreendidas entre os 80 e os 89 anos.
Na DA esporádica, nem os factores genéticos nem os mbientais isoladamente provocam a doença. Os factores genéticos e ambientais associados entre si são necessários, mas não suficientes, precisando além disso do concurso do factor envelhecimento.
A Doença de Alzheimer é mais frequente nos indivíduos portadores do alelo E4 e da ApoE, cromossoma 19, especialmente nos casos homozigóticos para o dito alelo.
Pelo contrário, postulou-se um efeito oposto para o alelo E2 da mesma ApoE (Apolipoproteína E), que teria portanto um papel protector.
Cada vez é mais sombria a evidência epidemiológica que os factores de riscos vasculares (diabetes, hipertensão arterial, dietas ricas em gorduras…) e outros, como a intoxicação crónica ligeira por metais como o cobre, favorecem também o desenvolvimento da DA nas pessoas geneticamente predispostas.
Muitos factores são controláveis mediante a dieta, a manutenção dum peso corporal adequado e alguns medicamentos, o que incrementa a sua importância epidemiológica.
O mesmo pode dizer-se da chamada “Reserva Cognitiva”.
As pessoas com maior capacidade cognitiva natural e adquirida (QI, cultura, estudos académicos, participação em actividades intelectuais e de entretenimento, como jogos de mesa, baile…), apresentam a doença mais tarde que os com menor Reserva Cognitiva em igual quantidade de lesões histopatológicas cerebrais típicas da DA, presentes nos seus cérebros.
Duas pessoas podem ter a mesma quantidade de lesões histopatológicas, mas uma delas pode mostrar-se muito mais demenciada que a outra. A ideia que há por trás da Reserva Cognitiva, é que o cérebro tenta compensar-se melhor, mediante a utilização de redes cerebrais alternativas, ou mais eficientes, podendo funcionar com mais normalidade, apesar da sua histopatologia.
Também se vê afectada pela idade, a prevalência que é de 0,02% na idade entre os 30 e os 59 anos, passa a ser de 10,8% para as idaades compreendidas entre os 80 e os 89 anos.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Aparecimento da Doença de Alzheimer
A Doença de Alzheimer é uma demência que conta já com mais de cem anos de história.
Em Novembro de 1901 deu entrada num hospital de doenças mentais de Frankfurt uma paciente de 51 anos de idade, chamada Auguste D, que apresentava um apelativo quadro clínico com cinco anos de evolução.
Após começar com um delírio celotípico, a paciente havia sofrido uma rápida e progressiva perda de memória acompanhada de alucinações, desorientação no tempo e no espaço, paranóia, alterações do comportamento e um grave transtorno de linguagem.
Foi estudada por Aloïs Alzheimer e, mais tarde, por parte de médicos anónimos. Faleceu a 8 de Abril de 1906 devido a uma septicémia secundária a úlceras de decúbito por presssão e pneumonia.
O cérebro da doente foi enviado a Alzheimer, que procedeu ao seu estudo histológico. A 4 de Novembro de 1906, apresentou a sua observação anatomoclínica com a descrição de placas senis, óvulos neurofibrilares e alterações arterioscleróticas cerebrais.
O trabalho foi publicado no ano seguinte com o título: “Uma Doença Grave Característica do Córtex Cerebral”.
A denominação do quadro clínico como Doença de Alzheimer foi introduzida por Kraeplin na oitava sessão do seu “Manual de Psiquiatria” em 1910.
Alzheimer descreveu o seu segundo caso em 1911, data em que também aparece uma revisão publicada por Fuller, com um total de treze pacientes com DA, com uma média de idade de 50 anos e uma duração média da doença de sete anos.
As lesões histopatológicas do cérebro de Auguste D puderm ser estudadas de novo e publicadas em 1998 na revista Neurogenetics. Nesse trabalho não se encontraram lesões microscópicas vasculares, existindo apenas placas amilóides e óvulos neurofibrilares, lesão esta descrita pela primeira vez por Alzheimer nesse cérebro.
A etiopatologia da DA é múltipla. É hereditária entre 1 a 5% dos casos (Doença de Alzheimer Genética), por trasmissão autosómica dominante de alterações nos cromossomas e apresenta-se geralmente antes dos 65 anos.
Em Novembro de 1901 deu entrada num hospital de doenças mentais de Frankfurt uma paciente de 51 anos de idade, chamada Auguste D, que apresentava um apelativo quadro clínico com cinco anos de evolução.
Após começar com um delírio celotípico, a paciente havia sofrido uma rápida e progressiva perda de memória acompanhada de alucinações, desorientação no tempo e no espaço, paranóia, alterações do comportamento e um grave transtorno de linguagem.
Foi estudada por Aloïs Alzheimer e, mais tarde, por parte de médicos anónimos. Faleceu a 8 de Abril de 1906 devido a uma septicémia secundária a úlceras de decúbito por presssão e pneumonia.
O cérebro da doente foi enviado a Alzheimer, que procedeu ao seu estudo histológico. A 4 de Novembro de 1906, apresentou a sua observação anatomoclínica com a descrição de placas senis, óvulos neurofibrilares e alterações arterioscleróticas cerebrais.
O trabalho foi publicado no ano seguinte com o título: “Uma Doença Grave Característica do Córtex Cerebral”.
A denominação do quadro clínico como Doença de Alzheimer foi introduzida por Kraeplin na oitava sessão do seu “Manual de Psiquiatria” em 1910.
Alzheimer descreveu o seu segundo caso em 1911, data em que também aparece uma revisão publicada por Fuller, com um total de treze pacientes com DA, com uma média de idade de 50 anos e uma duração média da doença de sete anos.
As lesões histopatológicas do cérebro de Auguste D puderm ser estudadas de novo e publicadas em 1998 na revista Neurogenetics. Nesse trabalho não se encontraram lesões microscópicas vasculares, existindo apenas placas amilóides e óvulos neurofibrilares, lesão esta descrita pela primeira vez por Alzheimer nesse cérebro.
A etiopatologia da DA é múltipla. É hereditária entre 1 a 5% dos casos (Doença de Alzheimer Genética), por trasmissão autosómica dominante de alterações nos cromossomas e apresenta-se geralmente antes dos 65 anos.
domingo, 22 de agosto de 2010
Além da morte
Além da morte, as alegrias são fulgores crescentes do espírito, na libertação das forças emotivas que se descartaram da matéria mais densa; entretanto, no mesmo princípio, as dores da consciência atingem o superlativo da angústia.
Em vista disso, o remorso em nós é qual fulcro de agonias morais que reavivam a lembrança dos nossos erros, em espantoso poder de repetição.
Desse modo, carregamos, além túmulo, o fardo das nossas culpas, a exibir constantemente o espectáculo das próprias fraquezas, a implorarmos a reencarnação como quem sabe que o corpo físico é o instrumento capaz de nos reabilitar.
Nessas circunstâncias, não poupamos súplicas, não regateamos promessas, não medimos votos, não substituimos sacrifícios… encomendamos serviço e luta, assinalando a inquietude do sedento que pede água. Aspiramos apaziguar paixões, pacificar sentimentos, resgatar débitos, santificar ligações e elevar experiências, na conquista da própria renovação.
E, quase sempre renascemos em duras dificuldades, a fim de nos redimir, à maneira do aluno internado num colégio para receber educação.
Assim, não se recuse a provação, ou problema que o mundo nos impõe, nas breves horas da passagem sob a neblina da carne. A moléstia, a inibição, o sonho torturado, o pranto difícil, a separação temporária ou o infortúnio doméstico, representam rápidos cursos de regeneração pessoal, em que somos chamados ao próprio basilar.
Recordemos que voltaremos, amanhã, para o lar da luz de onde viemos. Não devemos impedir que o suor do trabalho ou o pranto do sofrimento nos dissolvam as sombras do coração. Todo o mal de ontem ressurge ao mal de agora, para que o bem apareça e tome a governação da vida. O erro desajusta, a dor restaura.
É por isso que, entre a ilusão que obscurece a verdade que ilumina, a reencarnação será sempre o alto caminho do recomeço.
Despertemos, pois. Não deixemos que a rotina arrase a nossa vida. Executemos a tarefa com amor sempre renovado, porque isso nos trará alegria.
A rotina causa e corrói a alma, desalenta e apodrece o entusiasmo. Renovemos todas as manhãs o nosso armazenamento de alegria de viver, ajudando todos e cumprindo alegremente a tarefa que nos proposemos, para recebermos de volta o benefício da felicidade do nosso trabalho.
Ao nosso caríssimo amigo e dirigente hoje desaparecido, as mais honrosas homenagens, na certeza de que sempre estará connosco nos bons como nos maus momentos.
Até sempre, amigo e descansa em paz.
Em vista disso, o remorso em nós é qual fulcro de agonias morais que reavivam a lembrança dos nossos erros, em espantoso poder de repetição.
Desse modo, carregamos, além túmulo, o fardo das nossas culpas, a exibir constantemente o espectáculo das próprias fraquezas, a implorarmos a reencarnação como quem sabe que o corpo físico é o instrumento capaz de nos reabilitar.
Nessas circunstâncias, não poupamos súplicas, não regateamos promessas, não medimos votos, não substituimos sacrifícios… encomendamos serviço e luta, assinalando a inquietude do sedento que pede água. Aspiramos apaziguar paixões, pacificar sentimentos, resgatar débitos, santificar ligações e elevar experiências, na conquista da própria renovação.
E, quase sempre renascemos em duras dificuldades, a fim de nos redimir, à maneira do aluno internado num colégio para receber educação.
Assim, não se recuse a provação, ou problema que o mundo nos impõe, nas breves horas da passagem sob a neblina da carne. A moléstia, a inibição, o sonho torturado, o pranto difícil, a separação temporária ou o infortúnio doméstico, representam rápidos cursos de regeneração pessoal, em que somos chamados ao próprio basilar.
Recordemos que voltaremos, amanhã, para o lar da luz de onde viemos. Não devemos impedir que o suor do trabalho ou o pranto do sofrimento nos dissolvam as sombras do coração. Todo o mal de ontem ressurge ao mal de agora, para que o bem apareça e tome a governação da vida. O erro desajusta, a dor restaura.
É por isso que, entre a ilusão que obscurece a verdade que ilumina, a reencarnação será sempre o alto caminho do recomeço.
Despertemos, pois. Não deixemos que a rotina arrase a nossa vida. Executemos a tarefa com amor sempre renovado, porque isso nos trará alegria.
A rotina causa e corrói a alma, desalenta e apodrece o entusiasmo. Renovemos todas as manhãs o nosso armazenamento de alegria de viver, ajudando todos e cumprindo alegremente a tarefa que nos proposemos, para recebermos de volta o benefício da felicidade do nosso trabalho.
Ao nosso caríssimo amigo e dirigente hoje desaparecido, as mais honrosas homenagens, na certeza de que sempre estará connosco nos bons como nos maus momentos.
Até sempre, amigo e descansa em paz.
Serviços Externos
Chegará o momento em que o prestador de assistência mais dedicado precisará de institucionalizar o paciente com Doença de Alzheimer.
Esse momento será determinado não só pela resistência emocional do prestador de cuidados, mas também pela sua força e vigôr físico, já que um idoso com DA, tipicamente adopta o comportamento imprevisível e indisciplinado duma criança.
As condições financeiras na procura duma instituição para anciãos s~~ao geralmente vitais, mas igualmente importante é o tipo de cuidados prestados.
Na PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social isso nunca será entrave, uma vez que nos dedicaremos sempre às pessoas mais pobres, assegurando os programs especificamente traçados para essas pessoas, as afectadas pela DA.
Se um prestador de cuidados consegue encontrar uma instituição que ofereça bons serviços a troco de pagamento, por vezes pode situar-se demasiado longe da sua residência, dificultando as visitas.
Então, deverá decidir se vale a pena uma atenção «superior» numa instituição distante a custo de ver o paciente menos frequentemente – outro assunto doloroso.
Um programa de Centro para Anciãos deve oferecer uma opção humanitária para os pacientes durante os meses finais duma doença mental.
Para além da carga emocional devastadora, os custos da DA podem ser também demasiado elevados.
As alterações no financiamento da atenção na saúde e os novos regulamentos criaram uma situação incerta em muitas comunidades.
A maioria das famílias tem que pagar pela assistência ao enfermo.
Felizmente, segundo aumentou a proporção de anciãos na população, também as instituições sem fins lucrativos se tornaram muito activas em todas as frentes importantes – pressão política para conseguir apoios financeiros. Temos e prestaremos apoio psicológico e outros, falta-nos apenas conseguir o espaço físico para desenvolver as ctividades que nos propomos levar a cabo.
Esse momento será determinado não só pela resistência emocional do prestador de cuidados, mas também pela sua força e vigôr físico, já que um idoso com DA, tipicamente adopta o comportamento imprevisível e indisciplinado duma criança.
As condições financeiras na procura duma instituição para anciãos s~~ao geralmente vitais, mas igualmente importante é o tipo de cuidados prestados.
Na PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social isso nunca será entrave, uma vez que nos dedicaremos sempre às pessoas mais pobres, assegurando os programs especificamente traçados para essas pessoas, as afectadas pela DA.
Se um prestador de cuidados consegue encontrar uma instituição que ofereça bons serviços a troco de pagamento, por vezes pode situar-se demasiado longe da sua residência, dificultando as visitas.
Então, deverá decidir se vale a pena uma atenção «superior» numa instituição distante a custo de ver o paciente menos frequentemente – outro assunto doloroso.
Um programa de Centro para Anciãos deve oferecer uma opção humanitária para os pacientes durante os meses finais duma doença mental.
Para além da carga emocional devastadora, os custos da DA podem ser também demasiado elevados.
As alterações no financiamento da atenção na saúde e os novos regulamentos criaram uma situação incerta em muitas comunidades.
A maioria das famílias tem que pagar pela assistência ao enfermo.
Felizmente, segundo aumentou a proporção de anciãos na população, também as instituições sem fins lucrativos se tornaram muito activas em todas as frentes importantes – pressão política para conseguir apoios financeiros. Temos e prestaremos apoio psicológico e outros, falta-nos apenas conseguir o espaço físico para desenvolver as ctividades que nos propomos levar a cabo.
sábado, 21 de agosto de 2010
A imobilidade
À medida que a doença progride, as vítimas da DA tornam-se imóveis, esquecendo literalmente como mover-se. Com o tempo, desenvolvem uma dependência quase total à cadeira de rodas ou à cama. As úlceras por decúbito podem ser um grande problema.
As camas e as roupas deverão manter-se limpas, secas e sem resúduos de alimentos.
A pele do paciente deverá ser lavada com frequência, secar-se completa e suavemente. Deverá mudar-se de posição todas as duas horas, e os pés deverão manter-se levantados com blocos sob as pernas da cama.
Deverão administrar-se exercícios às pernas e aos braços para os manter flexíveis.
A perda de peso e a incapacidade gradual para ingerir, são dois grandes problemas relacionados com o paciente em etapa posterior.
Pode alimentar-se através duma seringa de alimentação, ou pode, o prestador de cuidados, estimular a acção de mastigar empurrando suavemente, no fundo do queixo e nos lábios do paciente.
O prestador de cuidados deverá oferecer alimentos de diferente cnsistência e sabor, caso o paciente posa processar uma forma melhor que a outra.
Já que o engasgamento é um perigo, o cuidador deverá aprender a administrar a manobra de haimlich, que pode ser ensinada por técnicos de saúde.
A desidratação pode também converter-se num problema: é essencial promover a ingestão de líquidos, equivalente a oito copos de água por dia. Deverá ter-se em conta que o café e o chá são diuréticos e esgotam os líquidos.
Cuidados com o prestador de assistência
A Doença de Alzheimer é particularmente devastadora, já que a família do doente, geralmente, devrá resistir a duas perdas diferentes. Em primeiro lugar, o deaparecimento da personalidade que conhecem e, finalmente, a morte da pessoa. A pena experimenta-se duas vezes. Ninguém deverá resistir só a tal agonia.
Poucas doenças afectam tanto um paciente e sua família, ou por um período de tempo tão longo como a DA.
Tratar os doentes durante todo o curso da doença, é esgotante.
Ainda o cuidador não deixou de lidar com determinadas situações, quando o apciente piora e cria problemas novos e mais intratáveis.
Fequentemente, os prestadores de cuidados começam a mostrar sinais de transorno mental e físico. A depressão, empatia, esgotamento, culpa e ira, podem criar o caos do indivíduo normalmente são, confrontado com a atenção dum ente querido que sofre da DA.
Consultar uma instituição, os seus técnicos sobre como tratar as pessoas com DA, por vezes facilita as coisas. As pessoas que recebem rientação e apoio podem manter-se por mais tempo que as que não recebem esse apoio.
As camas e as roupas deverão manter-se limpas, secas e sem resúduos de alimentos.
A pele do paciente deverá ser lavada com frequência, secar-se completa e suavemente. Deverá mudar-se de posição todas as duas horas, e os pés deverão manter-se levantados com blocos sob as pernas da cama.
Deverão administrar-se exercícios às pernas e aos braços para os manter flexíveis.
A perda de peso e a incapacidade gradual para ingerir, são dois grandes problemas relacionados com o paciente em etapa posterior.
Pode alimentar-se através duma seringa de alimentação, ou pode, o prestador de cuidados, estimular a acção de mastigar empurrando suavemente, no fundo do queixo e nos lábios do paciente.
O prestador de cuidados deverá oferecer alimentos de diferente cnsistência e sabor, caso o paciente posa processar uma forma melhor que a outra.
Já que o engasgamento é um perigo, o cuidador deverá aprender a administrar a manobra de haimlich, que pode ser ensinada por técnicos de saúde.
A desidratação pode também converter-se num problema: é essencial promover a ingestão de líquidos, equivalente a oito copos de água por dia. Deverá ter-se em conta que o café e o chá são diuréticos e esgotam os líquidos.
Cuidados com o prestador de assistência
A Doença de Alzheimer é particularmente devastadora, já que a família do doente, geralmente, devrá resistir a duas perdas diferentes. Em primeiro lugar, o deaparecimento da personalidade que conhecem e, finalmente, a morte da pessoa. A pena experimenta-se duas vezes. Ninguém deverá resistir só a tal agonia.
Poucas doenças afectam tanto um paciente e sua família, ou por um período de tempo tão longo como a DA.
Tratar os doentes durante todo o curso da doença, é esgotante.
Ainda o cuidador não deixou de lidar com determinadas situações, quando o apciente piora e cria problemas novos e mais intratáveis.
Fequentemente, os prestadores de cuidados começam a mostrar sinais de transorno mental e físico. A depressão, empatia, esgotamento, culpa e ira, podem criar o caos do indivíduo normalmente são, confrontado com a atenção dum ente querido que sofre da DA.
Consultar uma instituição, os seus técnicos sobre como tratar as pessoas com DA, por vezes facilita as coisas. As pessoas que recebem rientação e apoio podem manter-se por mais tempo que as que não recebem esse apoio.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Durante as etapas posteriores
Tratamento em casa – a)
Em muitos casos, o doente de Alzheimer pode tornar-se desinibido sexualmente; ao mesmo tempo, a deterioração física do paciente e a capacidade cada vez pior de reconhecer o cônjuge como indivíduo conhecido e amado, pode tornar a vida sexual aterradora e repugnante para o cônjuge prestador de cuidados.
Alguns doentes podem perder o interesse pelo sexo.
Se os abusos sexuais são um problema, deverão encontrar-se maneiras de manter o afecto físico não sexual, que pode dar consolo tanto ao paciente como ao cônjuge.
Os pacientes com DA experimentam transtornos nos ciclos sono/depertar.
Um novo estudo indica que a exposição á luz artificial mais brilhante que o normal durante o dia, pode repor estes ciclos e prevenir o extravio/deambular nocturno e a falta de sono.
Embora o prestador de cuidados tenha recursos para manter o paciente em casa durante as etapas posteriores da DA, a ajuda externa constinua essencial.
É importante que os prestdores de cuidados recebem orientação e apoio para eles próprios.
Um estudo recente revelou que, quando os prestadores de assistência fizeram parte de programas de aconselhamento e apoio, a institucionalização do paciente é retardada por um ano. Os pacientes com DA precisam de 24 horas de assistência diária.
A incontinência é, geralmente, devastadora para o prestador de cuidados e uma razão principal pela qual muitos decidem procurar instituições quando o paciente entre nessa fase.
Quando o paciente começa a mostrar sinais de incontinência, o médico deverá assegurar-se de que não é causada por uma infecção.
A incontinência urinária pode controlar-se por algum tempo, vigiando as vezes em que bebe, se alimenta e urina. Uma vez estabelecido um horário, o prestador de cuidados pode prever os episódios de incontinência e conseguir que o paciente vá ao WC antes que ocorram.
Em muitos casos, o doente de Alzheimer pode tornar-se desinibido sexualmente; ao mesmo tempo, a deterioração física do paciente e a capacidade cada vez pior de reconhecer o cônjuge como indivíduo conhecido e amado, pode tornar a vida sexual aterradora e repugnante para o cônjuge prestador de cuidados.
Alguns doentes podem perder o interesse pelo sexo.
Se os abusos sexuais são um problema, deverão encontrar-se maneiras de manter o afecto físico não sexual, que pode dar consolo tanto ao paciente como ao cônjuge.
Os pacientes com DA experimentam transtornos nos ciclos sono/depertar.
Um novo estudo indica que a exposição á luz artificial mais brilhante que o normal durante o dia, pode repor estes ciclos e prevenir o extravio/deambular nocturno e a falta de sono.
Embora o prestador de cuidados tenha recursos para manter o paciente em casa durante as etapas posteriores da DA, a ajuda externa constinua essencial.
É importante que os prestdores de cuidados recebem orientação e apoio para eles próprios.
Um estudo recente revelou que, quando os prestadores de assistência fizeram parte de programas de aconselhamento e apoio, a institucionalização do paciente é retardada por um ano. Os pacientes com DA precisam de 24 horas de assistência diária.
A incontinência é, geralmente, devastadora para o prestador de cuidados e uma razão principal pela qual muitos decidem procurar instituições quando o paciente entre nessa fase.
Quando o paciente começa a mostrar sinais de incontinência, o médico deverá assegurar-se de que não é causada por uma infecção.
A incontinência urinária pode controlar-se por algum tempo, vigiando as vezes em que bebe, se alimenta e urina. Uma vez estabelecido um horário, o prestador de cuidados pode prever os episódios de incontinência e conseguir que o paciente vá ao WC antes que ocorram.
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