PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social

Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…



Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.



Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.



Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Durante as etapas posteriores

Tratamento em casa – a)

Em muitos casos, o doente de Alzheimer pode tornar-se desinibido sexualmente; ao mesmo tempo, a deterioração física do paciente e a capacidade cada vez pior de reconhecer o cônjuge como indivíduo conhecido e amado, pode tornar a vida sexual aterradora e repugnante para o cônjuge prestador de cuidados.

Alguns doentes podem perder o interesse pelo sexo.

Se os abusos sexuais são um problema, deverão encontrar-se maneiras de manter o afecto físico não sexual, que pode dar consolo tanto ao paciente como ao cônjuge.

Os pacientes com DA experimentam transtornos nos ciclos sono/depertar.

Um novo estudo indica que a exposição á luz artificial mais brilhante que o normal durante o dia, pode repor estes ciclos e prevenir o extravio/deambular nocturno e a falta de sono.

Embora o prestador de cuidados tenha recursos para manter o paciente em casa durante as etapas posteriores da DA, a ajuda externa constinua essencial.

É importante que os prestdores de cuidados recebem orientação e apoio para eles próprios.

Um estudo recente revelou que, quando os prestadores de assistência fizeram parte de programas de aconselhamento e apoio, a institucionalização do paciente é retardada por um ano. Os pacientes com DA precisam de 24 horas de assistência diária.

A incontinência é, geralmente, devastadora para o prestador de cuidados e uma razão principal pela qual muitos decidem procurar instituições quando o paciente entre nessa fase.

Quando o paciente começa a mostrar sinais de incontinência, o médico deverá assegurar-se de que não é causada por uma infecção.

A incontinência urinária pode controlar-se por algum tempo, vigiando as vezes em que bebe, se alimenta e urina. Uma vez estabelecido um horário, o prestador de cuidados pode prever os episódios de incontinência e conseguir que o paciente vá ao WC antes que ocorram.

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