PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social

Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…



Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.



Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.



Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Placas Neuronais

Na Doença de Alzheimer produz-se uma atrofia cerebral progressiva, bilateral e difusa, que começa nas regiões mesiais temporais para logo afectar o neocórtex, sobretudo o temporal, parietal e frontal.

Produzem a lesão e posterior destruição do neurónio em relação como aparecimento tanto de depósitos insolúveis extracelulares, placas amilóides, como intracelulares.

O elemento fundamental dos depósitos extracelulares é a proteíne beta-amilóide, que forma redes e se agrega ao núcleo denso e as placas neuronais ou neuríticas, estas com um núcleo denso e presença da proteína percursora da beta-amilóide imunopositiva, que se produz através duma excisão anómala da proteína percursora da beta-amilóide (APP).

Quando a APP é excindida pela a-secretasa, que é a via normal, o producto resultante é um péptido solúvel, depois eliminado facilmente pelo organismo.

Mas, na DA predomina a excisão consecutiva da APP por parte da beta-secretasa primeiro, e a y-secretasa depois, formando-se então o péptido beta-amilóide, insolúvel, que os neurónios excretam para o exterior.

Seguidamente, as células da glia (astrócitos e microglia) tentam sem êxito a eliminação da beta-amilóide, gerando-se um processo inflamatório que, juntamente com o próprio efeito tóxico da beta-amilóide,contribui para lesionar os neurónios.

Quanto aos depósitos intracelulares, constituem a degeneração neurofibrilar, cujo principal componente é a proteína tau.

Esta proteína normal forma as “pontes” que mantêm correctamente unidos os microtúbulos que conformam o citoesqueleto neuronal, mas na DA produz-se uma hiper-fosforilação anómala da proteína tau, que dá lugar à degeneração neurofibrilar com a formação dos óvulos neurofibrilares.

Os dois tipos d lesões podem encontrar-se também no cérebro de anciãos saudáveis, e o que na realidade marca o diagnóstico histopatológico é a quantidade e localização, correlacionando-se o seu número e densidade com a intensidade da demência nestes pacientes.

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