PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social

Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…



Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.



Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.



Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Aparecimento da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma demência que conta já com mais de cem anos de história.

Em Novembro de 1901 deu entrada num hospital de doenças mentais de Frankfurt uma paciente de 51 anos de idade, chamada Auguste D, que apresentava um apelativo quadro clínico com cinco anos de evolução.

Após começar com um delírio celotípico, a paciente havia sofrido uma rápida e progressiva perda de memória acompanhada de alucinações, desorientação no tempo e no espaço, paranóia, alterações do comportamento e um grave transtorno de linguagem.

Foi estudada por Aloïs Alzheimer e, mais tarde, por parte de médicos anónimos. Faleceu a 8 de Abril de 1906 devido a uma septicémia secundária a úlceras de decúbito por presssão e pneumonia.

O cérebro da doente foi enviado a Alzheimer, que procedeu ao seu estudo histológico. A 4 de Novembro de 1906, apresentou a sua observação anatomoclínica com a descrição de placas senis, óvulos neurofibrilares e alterações arterioscleróticas cerebrais.

O trabalho foi publicado no ano seguinte com o título: “Uma Doença Grave Característica do Córtex Cerebral”.

A denominação do quadro clínico como Doença de Alzheimer foi introduzida por Kraeplin na oitava sessão do seu “Manual de Psiquiatria” em 1910.

Alzheimer descreveu o seu segundo caso em 1911, data em que também aparece uma revisão publicada por Fuller, com um total de treze pacientes com DA, com uma média de idade de 50 anos e uma duração média da doença de sete anos.

As lesões histopatológicas do cérebro de Auguste D puderm ser estudadas de novo e publicadas em 1998 na revista Neurogenetics. Nesse trabalho não se encontraram lesões microscópicas vasculares, existindo apenas placas amilóides e óvulos neurofibrilares, lesão esta descrita pela primeira vez por Alzheimer nesse cérebro.
A etiopatologia da DA é múltipla. É hereditária entre 1 a 5% dos casos (Doença de Alzheimer Genética), por trasmissão autosómica dominante de alterações nos cromossomas e apresenta-se geralmente antes dos 65 anos.

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