Na Doença de Alzheimer produz-se uma atrofia cerebral progressiva, bilateral e difusa, que começa nas regiões mesiais temporais para logo afectar o neocórtex, sobretudo o temporal, parietal e frontal.
Produzem a lesão e posterior destruição do neurónio em relação como aparecimento tanto de depósitos insolúveis extracelulares, placas amilóides, como intracelulares.
O elemento fundamental dos depósitos extracelulares é a proteíne beta-amilóide, que forma redes e se agrega ao núcleo denso e as placas neuronais ou neuríticas, estas com um núcleo denso e presença da proteína percursora da beta-amilóide imunopositiva, que se produz através duma excisão anómala da proteína percursora da beta-amilóide (APP).
Quando a APP é excindida pela a-secretasa, que é a via normal, o producto resultante é um péptido solúvel, depois eliminado facilmente pelo organismo.
Mas, na DA predomina a excisão consecutiva da APP por parte da beta-secretasa primeiro, e a y-secretasa depois, formando-se então o péptido beta-amilóide, insolúvel, que os neurónios excretam para o exterior.
Seguidamente, as células da glia (astrócitos e microglia) tentam sem êxito a eliminação da beta-amilóide, gerando-se um processo inflamatório que, juntamente com o próprio efeito tóxico da beta-amilóide,contribui para lesionar os neurónios.
Quanto aos depósitos intracelulares, constituem a degeneração neurofibrilar, cujo principal componente é a proteína tau.
Esta proteína normal forma as “pontes” que mantêm correctamente unidos os microtúbulos que conformam o citoesqueleto neuronal, mas na DA produz-se uma hiper-fosforilação anómala da proteína tau, que dá lugar à degeneração neurofibrilar com a formação dos óvulos neurofibrilares.
Os dois tipos d lesões podem encontrar-se também no cérebro de anciãos saudáveis, e o que na realidade marca o diagnóstico histopatológico é a quantidade e localização, correlacionando-se o seu número e densidade com a intensidade da demência nestes pacientes.
PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social
Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Factores Genéticos na Doença de Alzheimer
Em determinados casos (Doença de Alzheimer complexa ou esporádica), a etiologia é multifactorial, comdiversos factores de risco, que incluem a predisposição genética (evidenciada porque aumenta a frequência se se tem um familiar em primeiro grau com a doença, e mais ainda se são vários), a idade (é mais frequente a partir dos 65 anos, a partir dos quais o risco duplica todos os cinco anos) e factores de risco exógenos, ambientais, que parecem favorecer o seu desenvolvimento, como ocorre com os traumatismos cránio-encefálicos graves.
Na DA esporádica, nem os factores genéticos nem os mbientais isoladamente provocam a doença. Os factores genéticos e ambientais associados entre si são necessários, mas não suficientes, precisando além disso do concurso do factor envelhecimento.
A Doença de Alzheimer é mais frequente nos indivíduos portadores do alelo E4 e da ApoE, cromossoma 19, especialmente nos casos homozigóticos para o dito alelo.
Pelo contrário, postulou-se um efeito oposto para o alelo E2 da mesma ApoE (Apolipoproteína E), que teria portanto um papel protector.
Cada vez é mais sombria a evidência epidemiológica que os factores de riscos vasculares (diabetes, hipertensão arterial, dietas ricas em gorduras…) e outros, como a intoxicação crónica ligeira por metais como o cobre, favorecem também o desenvolvimento da DA nas pessoas geneticamente predispostas.
Muitos factores são controláveis mediante a dieta, a manutenção dum peso corporal adequado e alguns medicamentos, o que incrementa a sua importância epidemiológica.
O mesmo pode dizer-se da chamada “Reserva Cognitiva”.
As pessoas com maior capacidade cognitiva natural e adquirida (QI, cultura, estudos académicos, participação em actividades intelectuais e de entretenimento, como jogos de mesa, baile…), apresentam a doença mais tarde que os com menor Reserva Cognitiva em igual quantidade de lesões histopatológicas cerebrais típicas da DA, presentes nos seus cérebros.
Duas pessoas podem ter a mesma quantidade de lesões histopatológicas, mas uma delas pode mostrar-se muito mais demenciada que a outra. A ideia que há por trás da Reserva Cognitiva, é que o cérebro tenta compensar-se melhor, mediante a utilização de redes cerebrais alternativas, ou mais eficientes, podendo funcionar com mais normalidade, apesar da sua histopatologia.
Também se vê afectada pela idade, a prevalência que é de 0,02% na idade entre os 30 e os 59 anos, passa a ser de 10,8% para as idaades compreendidas entre os 80 e os 89 anos.
Na DA esporádica, nem os factores genéticos nem os mbientais isoladamente provocam a doença. Os factores genéticos e ambientais associados entre si são necessários, mas não suficientes, precisando além disso do concurso do factor envelhecimento.
A Doença de Alzheimer é mais frequente nos indivíduos portadores do alelo E4 e da ApoE, cromossoma 19, especialmente nos casos homozigóticos para o dito alelo.
Pelo contrário, postulou-se um efeito oposto para o alelo E2 da mesma ApoE (Apolipoproteína E), que teria portanto um papel protector.
Cada vez é mais sombria a evidência epidemiológica que os factores de riscos vasculares (diabetes, hipertensão arterial, dietas ricas em gorduras…) e outros, como a intoxicação crónica ligeira por metais como o cobre, favorecem também o desenvolvimento da DA nas pessoas geneticamente predispostas.
Muitos factores são controláveis mediante a dieta, a manutenção dum peso corporal adequado e alguns medicamentos, o que incrementa a sua importância epidemiológica.
O mesmo pode dizer-se da chamada “Reserva Cognitiva”.
As pessoas com maior capacidade cognitiva natural e adquirida (QI, cultura, estudos académicos, participação em actividades intelectuais e de entretenimento, como jogos de mesa, baile…), apresentam a doença mais tarde que os com menor Reserva Cognitiva em igual quantidade de lesões histopatológicas cerebrais típicas da DA, presentes nos seus cérebros.
Duas pessoas podem ter a mesma quantidade de lesões histopatológicas, mas uma delas pode mostrar-se muito mais demenciada que a outra. A ideia que há por trás da Reserva Cognitiva, é que o cérebro tenta compensar-se melhor, mediante a utilização de redes cerebrais alternativas, ou mais eficientes, podendo funcionar com mais normalidade, apesar da sua histopatologia.
Também se vê afectada pela idade, a prevalência que é de 0,02% na idade entre os 30 e os 59 anos, passa a ser de 10,8% para as idaades compreendidas entre os 80 e os 89 anos.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Aparecimento da Doença de Alzheimer
A Doença de Alzheimer é uma demência que conta já com mais de cem anos de história.
Em Novembro de 1901 deu entrada num hospital de doenças mentais de Frankfurt uma paciente de 51 anos de idade, chamada Auguste D, que apresentava um apelativo quadro clínico com cinco anos de evolução.
Após começar com um delírio celotípico, a paciente havia sofrido uma rápida e progressiva perda de memória acompanhada de alucinações, desorientação no tempo e no espaço, paranóia, alterações do comportamento e um grave transtorno de linguagem.
Foi estudada por Aloïs Alzheimer e, mais tarde, por parte de médicos anónimos. Faleceu a 8 de Abril de 1906 devido a uma septicémia secundária a úlceras de decúbito por presssão e pneumonia.
O cérebro da doente foi enviado a Alzheimer, que procedeu ao seu estudo histológico. A 4 de Novembro de 1906, apresentou a sua observação anatomoclínica com a descrição de placas senis, óvulos neurofibrilares e alterações arterioscleróticas cerebrais.
O trabalho foi publicado no ano seguinte com o título: “Uma Doença Grave Característica do Córtex Cerebral”.
A denominação do quadro clínico como Doença de Alzheimer foi introduzida por Kraeplin na oitava sessão do seu “Manual de Psiquiatria” em 1910.
Alzheimer descreveu o seu segundo caso em 1911, data em que também aparece uma revisão publicada por Fuller, com um total de treze pacientes com DA, com uma média de idade de 50 anos e uma duração média da doença de sete anos.
As lesões histopatológicas do cérebro de Auguste D puderm ser estudadas de novo e publicadas em 1998 na revista Neurogenetics. Nesse trabalho não se encontraram lesões microscópicas vasculares, existindo apenas placas amilóides e óvulos neurofibrilares, lesão esta descrita pela primeira vez por Alzheimer nesse cérebro.
A etiopatologia da DA é múltipla. É hereditária entre 1 a 5% dos casos (Doença de Alzheimer Genética), por trasmissão autosómica dominante de alterações nos cromossomas e apresenta-se geralmente antes dos 65 anos.
Em Novembro de 1901 deu entrada num hospital de doenças mentais de Frankfurt uma paciente de 51 anos de idade, chamada Auguste D, que apresentava um apelativo quadro clínico com cinco anos de evolução.
Após começar com um delírio celotípico, a paciente havia sofrido uma rápida e progressiva perda de memória acompanhada de alucinações, desorientação no tempo e no espaço, paranóia, alterações do comportamento e um grave transtorno de linguagem.
Foi estudada por Aloïs Alzheimer e, mais tarde, por parte de médicos anónimos. Faleceu a 8 de Abril de 1906 devido a uma septicémia secundária a úlceras de decúbito por presssão e pneumonia.
O cérebro da doente foi enviado a Alzheimer, que procedeu ao seu estudo histológico. A 4 de Novembro de 1906, apresentou a sua observação anatomoclínica com a descrição de placas senis, óvulos neurofibrilares e alterações arterioscleróticas cerebrais.
O trabalho foi publicado no ano seguinte com o título: “Uma Doença Grave Característica do Córtex Cerebral”.
A denominação do quadro clínico como Doença de Alzheimer foi introduzida por Kraeplin na oitava sessão do seu “Manual de Psiquiatria” em 1910.
Alzheimer descreveu o seu segundo caso em 1911, data em que também aparece uma revisão publicada por Fuller, com um total de treze pacientes com DA, com uma média de idade de 50 anos e uma duração média da doença de sete anos.
As lesões histopatológicas do cérebro de Auguste D puderm ser estudadas de novo e publicadas em 1998 na revista Neurogenetics. Nesse trabalho não se encontraram lesões microscópicas vasculares, existindo apenas placas amilóides e óvulos neurofibrilares, lesão esta descrita pela primeira vez por Alzheimer nesse cérebro.
A etiopatologia da DA é múltipla. É hereditária entre 1 a 5% dos casos (Doença de Alzheimer Genética), por trasmissão autosómica dominante de alterações nos cromossomas e apresenta-se geralmente antes dos 65 anos.
domingo, 22 de agosto de 2010
Além da morte
Além da morte, as alegrias são fulgores crescentes do espírito, na libertação das forças emotivas que se descartaram da matéria mais densa; entretanto, no mesmo princípio, as dores da consciência atingem o superlativo da angústia.
Em vista disso, o remorso em nós é qual fulcro de agonias morais que reavivam a lembrança dos nossos erros, em espantoso poder de repetição.
Desse modo, carregamos, além túmulo, o fardo das nossas culpas, a exibir constantemente o espectáculo das próprias fraquezas, a implorarmos a reencarnação como quem sabe que o corpo físico é o instrumento capaz de nos reabilitar.
Nessas circunstâncias, não poupamos súplicas, não regateamos promessas, não medimos votos, não substituimos sacrifícios… encomendamos serviço e luta, assinalando a inquietude do sedento que pede água. Aspiramos apaziguar paixões, pacificar sentimentos, resgatar débitos, santificar ligações e elevar experiências, na conquista da própria renovação.
E, quase sempre renascemos em duras dificuldades, a fim de nos redimir, à maneira do aluno internado num colégio para receber educação.
Assim, não se recuse a provação, ou problema que o mundo nos impõe, nas breves horas da passagem sob a neblina da carne. A moléstia, a inibição, o sonho torturado, o pranto difícil, a separação temporária ou o infortúnio doméstico, representam rápidos cursos de regeneração pessoal, em que somos chamados ao próprio basilar.
Recordemos que voltaremos, amanhã, para o lar da luz de onde viemos. Não devemos impedir que o suor do trabalho ou o pranto do sofrimento nos dissolvam as sombras do coração. Todo o mal de ontem ressurge ao mal de agora, para que o bem apareça e tome a governação da vida. O erro desajusta, a dor restaura.
É por isso que, entre a ilusão que obscurece a verdade que ilumina, a reencarnação será sempre o alto caminho do recomeço.
Despertemos, pois. Não deixemos que a rotina arrase a nossa vida. Executemos a tarefa com amor sempre renovado, porque isso nos trará alegria.
A rotina causa e corrói a alma, desalenta e apodrece o entusiasmo. Renovemos todas as manhãs o nosso armazenamento de alegria de viver, ajudando todos e cumprindo alegremente a tarefa que nos proposemos, para recebermos de volta o benefício da felicidade do nosso trabalho.
Ao nosso caríssimo amigo e dirigente hoje desaparecido, as mais honrosas homenagens, na certeza de que sempre estará connosco nos bons como nos maus momentos.
Até sempre, amigo e descansa em paz.
Em vista disso, o remorso em nós é qual fulcro de agonias morais que reavivam a lembrança dos nossos erros, em espantoso poder de repetição.
Desse modo, carregamos, além túmulo, o fardo das nossas culpas, a exibir constantemente o espectáculo das próprias fraquezas, a implorarmos a reencarnação como quem sabe que o corpo físico é o instrumento capaz de nos reabilitar.
Nessas circunstâncias, não poupamos súplicas, não regateamos promessas, não medimos votos, não substituimos sacrifícios… encomendamos serviço e luta, assinalando a inquietude do sedento que pede água. Aspiramos apaziguar paixões, pacificar sentimentos, resgatar débitos, santificar ligações e elevar experiências, na conquista da própria renovação.
E, quase sempre renascemos em duras dificuldades, a fim de nos redimir, à maneira do aluno internado num colégio para receber educação.
Assim, não se recuse a provação, ou problema que o mundo nos impõe, nas breves horas da passagem sob a neblina da carne. A moléstia, a inibição, o sonho torturado, o pranto difícil, a separação temporária ou o infortúnio doméstico, representam rápidos cursos de regeneração pessoal, em que somos chamados ao próprio basilar.
Recordemos que voltaremos, amanhã, para o lar da luz de onde viemos. Não devemos impedir que o suor do trabalho ou o pranto do sofrimento nos dissolvam as sombras do coração. Todo o mal de ontem ressurge ao mal de agora, para que o bem apareça e tome a governação da vida. O erro desajusta, a dor restaura.
É por isso que, entre a ilusão que obscurece a verdade que ilumina, a reencarnação será sempre o alto caminho do recomeço.
Despertemos, pois. Não deixemos que a rotina arrase a nossa vida. Executemos a tarefa com amor sempre renovado, porque isso nos trará alegria.
A rotina causa e corrói a alma, desalenta e apodrece o entusiasmo. Renovemos todas as manhãs o nosso armazenamento de alegria de viver, ajudando todos e cumprindo alegremente a tarefa que nos proposemos, para recebermos de volta o benefício da felicidade do nosso trabalho.
Ao nosso caríssimo amigo e dirigente hoje desaparecido, as mais honrosas homenagens, na certeza de que sempre estará connosco nos bons como nos maus momentos.
Até sempre, amigo e descansa em paz.
Serviços Externos
Chegará o momento em que o prestador de assistência mais dedicado precisará de institucionalizar o paciente com Doença de Alzheimer.
Esse momento será determinado não só pela resistência emocional do prestador de cuidados, mas também pela sua força e vigôr físico, já que um idoso com DA, tipicamente adopta o comportamento imprevisível e indisciplinado duma criança.
As condições financeiras na procura duma instituição para anciãos s~~ao geralmente vitais, mas igualmente importante é o tipo de cuidados prestados.
Na PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social isso nunca será entrave, uma vez que nos dedicaremos sempre às pessoas mais pobres, assegurando os programs especificamente traçados para essas pessoas, as afectadas pela DA.
Se um prestador de cuidados consegue encontrar uma instituição que ofereça bons serviços a troco de pagamento, por vezes pode situar-se demasiado longe da sua residência, dificultando as visitas.
Então, deverá decidir se vale a pena uma atenção «superior» numa instituição distante a custo de ver o paciente menos frequentemente – outro assunto doloroso.
Um programa de Centro para Anciãos deve oferecer uma opção humanitária para os pacientes durante os meses finais duma doença mental.
Para além da carga emocional devastadora, os custos da DA podem ser também demasiado elevados.
As alterações no financiamento da atenção na saúde e os novos regulamentos criaram uma situação incerta em muitas comunidades.
A maioria das famílias tem que pagar pela assistência ao enfermo.
Felizmente, segundo aumentou a proporção de anciãos na população, também as instituições sem fins lucrativos se tornaram muito activas em todas as frentes importantes – pressão política para conseguir apoios financeiros. Temos e prestaremos apoio psicológico e outros, falta-nos apenas conseguir o espaço físico para desenvolver as ctividades que nos propomos levar a cabo.
Esse momento será determinado não só pela resistência emocional do prestador de cuidados, mas também pela sua força e vigôr físico, já que um idoso com DA, tipicamente adopta o comportamento imprevisível e indisciplinado duma criança.
As condições financeiras na procura duma instituição para anciãos s~~ao geralmente vitais, mas igualmente importante é o tipo de cuidados prestados.
Na PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social isso nunca será entrave, uma vez que nos dedicaremos sempre às pessoas mais pobres, assegurando os programs especificamente traçados para essas pessoas, as afectadas pela DA.
Se um prestador de cuidados consegue encontrar uma instituição que ofereça bons serviços a troco de pagamento, por vezes pode situar-se demasiado longe da sua residência, dificultando as visitas.
Então, deverá decidir se vale a pena uma atenção «superior» numa instituição distante a custo de ver o paciente menos frequentemente – outro assunto doloroso.
Um programa de Centro para Anciãos deve oferecer uma opção humanitária para os pacientes durante os meses finais duma doença mental.
Para além da carga emocional devastadora, os custos da DA podem ser também demasiado elevados.
As alterações no financiamento da atenção na saúde e os novos regulamentos criaram uma situação incerta em muitas comunidades.
A maioria das famílias tem que pagar pela assistência ao enfermo.
Felizmente, segundo aumentou a proporção de anciãos na população, também as instituições sem fins lucrativos se tornaram muito activas em todas as frentes importantes – pressão política para conseguir apoios financeiros. Temos e prestaremos apoio psicológico e outros, falta-nos apenas conseguir o espaço físico para desenvolver as ctividades que nos propomos levar a cabo.
sábado, 21 de agosto de 2010
A imobilidade
À medida que a doença progride, as vítimas da DA tornam-se imóveis, esquecendo literalmente como mover-se. Com o tempo, desenvolvem uma dependência quase total à cadeira de rodas ou à cama. As úlceras por decúbito podem ser um grande problema.
As camas e as roupas deverão manter-se limpas, secas e sem resúduos de alimentos.
A pele do paciente deverá ser lavada com frequência, secar-se completa e suavemente. Deverá mudar-se de posição todas as duas horas, e os pés deverão manter-se levantados com blocos sob as pernas da cama.
Deverão administrar-se exercícios às pernas e aos braços para os manter flexíveis.
A perda de peso e a incapacidade gradual para ingerir, são dois grandes problemas relacionados com o paciente em etapa posterior.
Pode alimentar-se através duma seringa de alimentação, ou pode, o prestador de cuidados, estimular a acção de mastigar empurrando suavemente, no fundo do queixo e nos lábios do paciente.
O prestador de cuidados deverá oferecer alimentos de diferente cnsistência e sabor, caso o paciente posa processar uma forma melhor que a outra.
Já que o engasgamento é um perigo, o cuidador deverá aprender a administrar a manobra de haimlich, que pode ser ensinada por técnicos de saúde.
A desidratação pode também converter-se num problema: é essencial promover a ingestão de líquidos, equivalente a oito copos de água por dia. Deverá ter-se em conta que o café e o chá são diuréticos e esgotam os líquidos.
Cuidados com o prestador de assistência
A Doença de Alzheimer é particularmente devastadora, já que a família do doente, geralmente, devrá resistir a duas perdas diferentes. Em primeiro lugar, o deaparecimento da personalidade que conhecem e, finalmente, a morte da pessoa. A pena experimenta-se duas vezes. Ninguém deverá resistir só a tal agonia.
Poucas doenças afectam tanto um paciente e sua família, ou por um período de tempo tão longo como a DA.
Tratar os doentes durante todo o curso da doença, é esgotante.
Ainda o cuidador não deixou de lidar com determinadas situações, quando o apciente piora e cria problemas novos e mais intratáveis.
Fequentemente, os prestadores de cuidados começam a mostrar sinais de transorno mental e físico. A depressão, empatia, esgotamento, culpa e ira, podem criar o caos do indivíduo normalmente são, confrontado com a atenção dum ente querido que sofre da DA.
Consultar uma instituição, os seus técnicos sobre como tratar as pessoas com DA, por vezes facilita as coisas. As pessoas que recebem rientação e apoio podem manter-se por mais tempo que as que não recebem esse apoio.
As camas e as roupas deverão manter-se limpas, secas e sem resúduos de alimentos.
A pele do paciente deverá ser lavada com frequência, secar-se completa e suavemente. Deverá mudar-se de posição todas as duas horas, e os pés deverão manter-se levantados com blocos sob as pernas da cama.
Deverão administrar-se exercícios às pernas e aos braços para os manter flexíveis.
A perda de peso e a incapacidade gradual para ingerir, são dois grandes problemas relacionados com o paciente em etapa posterior.
Pode alimentar-se através duma seringa de alimentação, ou pode, o prestador de cuidados, estimular a acção de mastigar empurrando suavemente, no fundo do queixo e nos lábios do paciente.
O prestador de cuidados deverá oferecer alimentos de diferente cnsistência e sabor, caso o paciente posa processar uma forma melhor que a outra.
Já que o engasgamento é um perigo, o cuidador deverá aprender a administrar a manobra de haimlich, que pode ser ensinada por técnicos de saúde.
A desidratação pode também converter-se num problema: é essencial promover a ingestão de líquidos, equivalente a oito copos de água por dia. Deverá ter-se em conta que o café e o chá são diuréticos e esgotam os líquidos.
Cuidados com o prestador de assistência
A Doença de Alzheimer é particularmente devastadora, já que a família do doente, geralmente, devrá resistir a duas perdas diferentes. Em primeiro lugar, o deaparecimento da personalidade que conhecem e, finalmente, a morte da pessoa. A pena experimenta-se duas vezes. Ninguém deverá resistir só a tal agonia.
Poucas doenças afectam tanto um paciente e sua família, ou por um período de tempo tão longo como a DA.
Tratar os doentes durante todo o curso da doença, é esgotante.
Ainda o cuidador não deixou de lidar com determinadas situações, quando o apciente piora e cria problemas novos e mais intratáveis.
Fequentemente, os prestadores de cuidados começam a mostrar sinais de transorno mental e físico. A depressão, empatia, esgotamento, culpa e ira, podem criar o caos do indivíduo normalmente são, confrontado com a atenção dum ente querido que sofre da DA.
Consultar uma instituição, os seus técnicos sobre como tratar as pessoas com DA, por vezes facilita as coisas. As pessoas que recebem rientação e apoio podem manter-se por mais tempo que as que não recebem esse apoio.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Durante as etapas posteriores
Tratamento em casa – a)
Em muitos casos, o doente de Alzheimer pode tornar-se desinibido sexualmente; ao mesmo tempo, a deterioração física do paciente e a capacidade cada vez pior de reconhecer o cônjuge como indivíduo conhecido e amado, pode tornar a vida sexual aterradora e repugnante para o cônjuge prestador de cuidados.
Alguns doentes podem perder o interesse pelo sexo.
Se os abusos sexuais são um problema, deverão encontrar-se maneiras de manter o afecto físico não sexual, que pode dar consolo tanto ao paciente como ao cônjuge.
Os pacientes com DA experimentam transtornos nos ciclos sono/depertar.
Um novo estudo indica que a exposição á luz artificial mais brilhante que o normal durante o dia, pode repor estes ciclos e prevenir o extravio/deambular nocturno e a falta de sono.
Embora o prestador de cuidados tenha recursos para manter o paciente em casa durante as etapas posteriores da DA, a ajuda externa constinua essencial.
É importante que os prestdores de cuidados recebem orientação e apoio para eles próprios.
Um estudo recente revelou que, quando os prestadores de assistência fizeram parte de programas de aconselhamento e apoio, a institucionalização do paciente é retardada por um ano. Os pacientes com DA precisam de 24 horas de assistência diária.
A incontinência é, geralmente, devastadora para o prestador de cuidados e uma razão principal pela qual muitos decidem procurar instituições quando o paciente entre nessa fase.
Quando o paciente começa a mostrar sinais de incontinência, o médico deverá assegurar-se de que não é causada por uma infecção.
A incontinência urinária pode controlar-se por algum tempo, vigiando as vezes em que bebe, se alimenta e urina. Uma vez estabelecido um horário, o prestador de cuidados pode prever os episódios de incontinência e conseguir que o paciente vá ao WC antes que ocorram.
Em muitos casos, o doente de Alzheimer pode tornar-se desinibido sexualmente; ao mesmo tempo, a deterioração física do paciente e a capacidade cada vez pior de reconhecer o cônjuge como indivíduo conhecido e amado, pode tornar a vida sexual aterradora e repugnante para o cônjuge prestador de cuidados.
Alguns doentes podem perder o interesse pelo sexo.
Se os abusos sexuais são um problema, deverão encontrar-se maneiras de manter o afecto físico não sexual, que pode dar consolo tanto ao paciente como ao cônjuge.
Os pacientes com DA experimentam transtornos nos ciclos sono/depertar.
Um novo estudo indica que a exposição á luz artificial mais brilhante que o normal durante o dia, pode repor estes ciclos e prevenir o extravio/deambular nocturno e a falta de sono.
Embora o prestador de cuidados tenha recursos para manter o paciente em casa durante as etapas posteriores da DA, a ajuda externa constinua essencial.
É importante que os prestdores de cuidados recebem orientação e apoio para eles próprios.
Um estudo recente revelou que, quando os prestadores de assistência fizeram parte de programas de aconselhamento e apoio, a institucionalização do paciente é retardada por um ano. Os pacientes com DA precisam de 24 horas de assistência diária.
A incontinência é, geralmente, devastadora para o prestador de cuidados e uma razão principal pela qual muitos decidem procurar instituições quando o paciente entre nessa fase.
Quando o paciente começa a mostrar sinais de incontinência, o médico deverá assegurar-se de que não é causada por uma infecção.
A incontinência urinária pode controlar-se por algum tempo, vigiando as vezes em que bebe, se alimenta e urina. Uma vez estabelecido um horário, o prestador de cuidados pode prever os episódios de incontinência e conseguir que o paciente vá ao WC antes que ocorram.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Fases da Doença de Alzheimer
Melhor forma de lidar com elas – 2
Um estudo concluiu que a ansiedade e a frustração podem ser aliviadas ao ver filmes ou vídeos, fotografias, dos membros da família e os eventos do passado do paciente.
Estes, pacientes, podem tornar-se agressivos, por vezes, pelo que se deverá voltar a tranquilizar e dirigir para outra actividade.
Não existe uma personalidade única na DA, da mesma forma que não existe uma só personalidade humana.
Cada paciente deverá tratar-se como o indivíduo que ele ou ela continua a ser, inclusive depois de o ser social ter desaparecido.
Para o prestador de assistência, zelar pelo asseio dos pacientes pode ser uma experiência de imaginação. Por um lado, muitos resistem a tomar banho.
Alguns cônjuges consideram que tomar banho com o par doente pode resolver o problema por uns tempos.
Frequentemente, o paciente perde o sentido da cor e do desenho, pelo que vestirá roupa estranha ou que não combina.
Isto podeser muito frustrante para um ente querido, em particular, já que a vergonha é uma emoção comum e dolorosa, vivida pelo cuidador.
É importante manter o sentido de humor e perspectiva e aprender em que batalhas vale a pena lutar e quais se deve abandonar.
Tão rapidamente é diagnosticada a DA, ao paciente deverá proibir-se a condução. Um estudo sueco concluiu que mais de metade das pessoas idosas envolvidas em acidentes mortais, tinham um grau de deterioração neurológica.
Outro assunto potencialmente perigoso é a tendência dos DA em deambular.
No momento em que desenvolve esta tendência, muitos prestadores de cuidados consideram ter chegado o momento de procurar a institucionalizazação numa instituição protectora para os entes queridos.
Para os pacientes que ficam em casa, devrão instalar-se fechaduras por fora das portas, que o cuidador possa abrir mas não o paciente.
Poderiam instalar-se alarmes.
Deverá implementar-se um programa de exercício diário que ajude a cansar fisicamente o paciente; um estudo revelou que andar meia hora três ou quatro vezes ao dia também melhora a comunicação.
Um programa oferecido pela Alzheimer’s Association proporciona ao paciente uma pulseira com um número telefónico gratuito de “retorno em segurança”, etiquetas na roupa e um número de identificação.
A informação pessoal e médica acerca do paciente e os números de telefone são armazenados numa base de dados central.
Se se encontra uma pessoa perdida, deverá chamar-se primeiro a polícia. Depois, o prestador de cuidados fornece o número de identificação do paciente e toda a informação apropriada. Então, envia-se um alerta aos órgãos de execussão de leis através de todo o país.
Um estudo concluiu que a ansiedade e a frustração podem ser aliviadas ao ver filmes ou vídeos, fotografias, dos membros da família e os eventos do passado do paciente.
Estes, pacientes, podem tornar-se agressivos, por vezes, pelo que se deverá voltar a tranquilizar e dirigir para outra actividade.
Não existe uma personalidade única na DA, da mesma forma que não existe uma só personalidade humana.
Cada paciente deverá tratar-se como o indivíduo que ele ou ela continua a ser, inclusive depois de o ser social ter desaparecido.
Para o prestador de assistência, zelar pelo asseio dos pacientes pode ser uma experiência de imaginação. Por um lado, muitos resistem a tomar banho.
Alguns cônjuges consideram que tomar banho com o par doente pode resolver o problema por uns tempos.
Frequentemente, o paciente perde o sentido da cor e do desenho, pelo que vestirá roupa estranha ou que não combina.
Isto podeser muito frustrante para um ente querido, em particular, já que a vergonha é uma emoção comum e dolorosa, vivida pelo cuidador.
É importante manter o sentido de humor e perspectiva e aprender em que batalhas vale a pena lutar e quais se deve abandonar.
Tão rapidamente é diagnosticada a DA, ao paciente deverá proibir-se a condução. Um estudo sueco concluiu que mais de metade das pessoas idosas envolvidas em acidentes mortais, tinham um grau de deterioração neurológica.
Outro assunto potencialmente perigoso é a tendência dos DA em deambular.
No momento em que desenvolve esta tendência, muitos prestadores de cuidados consideram ter chegado o momento de procurar a institucionalizazação numa instituição protectora para os entes queridos.
Para os pacientes que ficam em casa, devrão instalar-se fechaduras por fora das portas, que o cuidador possa abrir mas não o paciente.
Poderiam instalar-se alarmes.
Deverá implementar-se um programa de exercício diário que ajude a cansar fisicamente o paciente; um estudo revelou que andar meia hora três ou quatro vezes ao dia também melhora a comunicação.
Um programa oferecido pela Alzheimer’s Association proporciona ao paciente uma pulseira com um número telefónico gratuito de “retorno em segurança”, etiquetas na roupa e um número de identificação.
A informação pessoal e médica acerca do paciente e os números de telefone são armazenados numa base de dados central.
Se se encontra uma pessoa perdida, deverá chamar-se primeiro a polícia. Depois, o prestador de cuidados fornece o número de identificação do paciente e toda a informação apropriada. Então, envia-se um alerta aos órgãos de execussão de leis através de todo o país.
sábado, 14 de agosto de 2010
Fases da Doença de Alzheimer
Melhor forma de lidar com elas – 1
O tempo que resta de vida a uma vítima da DA é em geral reduzido, embora um paciente possa viver entre três a vinte anos após o diagnóstico
A fase final da doença pode durar desde alguns meses até vários anos, durante os quais se torna cada vez mais imóvel e disfuncional. Os prestadores de assistência deverão compreender as fases desta doença para ajudar a determinar as suas próprias capacidades para tratar esta doença tão triste.
Frequentemente, os médicos não dizem aos pacientes que têm a DA. Os estudos indicam que a progressão pode desacelerar com o esforço intelectual e a maioria dos medicamentos, a nível de investigação em ensaios, ralizam-se nas etapas iniciais.
Se um paciente com DA expressa a necessidade de saber a verdade, deverá ser-lhe dita.
Então, tanto o prestador de assistência como o paciente poderão começar a abordar os assuntos desta doença incapacitante que podem ser controlados, como por exemplo o acesso a grupos de apoio e medicamentos em investigação.
Estado de ânimo e comportamento emocional
Os pacientes da DA mostram oscilações abruptas do estado de ânimo e podem tornar-se agressivos.
Parte deste comportamento é causado por alterações químicas no cérebro. Mas, sem dúvida, também se pode atribuir á terrível e real experiência de perder o conhecimento e a compreensão, causando medo e frustração que já não pode expressar verbalmente.
É importante que o prestador de cuidados controle o ambiente, mantendo as distracções e o ruído ao mínimo, falando claramente.
A maioria dos especialistas recomenda falar lentamente, mas alguns prestadores de assistência sugerem que os pacientes desta doença respondem melhor a frases claras, pronunciadas rapidamente, que podem recordar mais facilmente.
Os prestadores de cuidados deverão manter uma atitude o mais neutral possível; muitos pacientes com DA são extremamente sensíveis às emoções implícitas dos prestadores de cuidados e reagem negativamente a sinais de condescendência, ira e frustração.
Embora se prete bastante atenção às emoções negativas dos pacientes com DA, alguns tornam-se muito gentis, retendo a capacidade de se rir deles mesmos, inclusive depois de que as suas capacidades verbais tenham desaparecido.
Alguns não parecem infelizes, mas em estado místico, ou similar ao produzido pelo efeito duma droga, à medida que o passado e o futuro lhes escapa.
A estimulação deste estado pode dar algum consolo ao prestador de cuidados.
O tempo que resta de vida a uma vítima da DA é em geral reduzido, embora um paciente possa viver entre três a vinte anos após o diagnóstico
A fase final da doença pode durar desde alguns meses até vários anos, durante os quais se torna cada vez mais imóvel e disfuncional. Os prestadores de assistência deverão compreender as fases desta doença para ajudar a determinar as suas próprias capacidades para tratar esta doença tão triste.
Frequentemente, os médicos não dizem aos pacientes que têm a DA. Os estudos indicam que a progressão pode desacelerar com o esforço intelectual e a maioria dos medicamentos, a nível de investigação em ensaios, ralizam-se nas etapas iniciais.
Se um paciente com DA expressa a necessidade de saber a verdade, deverá ser-lhe dita.
Então, tanto o prestador de assistência como o paciente poderão começar a abordar os assuntos desta doença incapacitante que podem ser controlados, como por exemplo o acesso a grupos de apoio e medicamentos em investigação.
Estado de ânimo e comportamento emocional
Os pacientes da DA mostram oscilações abruptas do estado de ânimo e podem tornar-se agressivos.
Parte deste comportamento é causado por alterações químicas no cérebro. Mas, sem dúvida, também se pode atribuir á terrível e real experiência de perder o conhecimento e a compreensão, causando medo e frustração que já não pode expressar verbalmente.
É importante que o prestador de cuidados controle o ambiente, mantendo as distracções e o ruído ao mínimo, falando claramente.
A maioria dos especialistas recomenda falar lentamente, mas alguns prestadores de assistência sugerem que os pacientes desta doença respondem melhor a frases claras, pronunciadas rapidamente, que podem recordar mais facilmente.
Os prestadores de cuidados deverão manter uma atitude o mais neutral possível; muitos pacientes com DA são extremamente sensíveis às emoções implícitas dos prestadores de cuidados e reagem negativamente a sinais de condescendência, ira e frustração.
Embora se prete bastante atenção às emoções negativas dos pacientes com DA, alguns tornam-se muito gentis, retendo a capacidade de se rir deles mesmos, inclusive depois de que as suas capacidades verbais tenham desaparecido.
Alguns não parecem infelizes, mas em estado místico, ou similar ao produzido pelo efeito duma droga, à medida que o passado e o futuro lhes escapa.
A estimulação deste estado pode dar algum consolo ao prestador de cuidados.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Depressão e Irritabilidade
A depressão máxima que ocorre juntamente com a demência nas pessoas mais velhas, pode ser um sinal precoce da Doença de Alzheimer. Em tais casos, esta precede a DA em dois anos ou menos.
Alguns especialistas crêem que esta investigação indica que a DA pode ser retardada, tratando essas pessoas com atidepressivos e um medicamento como o donepezilo, actualmente empregue na DA.
Os antidepressivos conhecidos como inibidores da reabsorção de serotonina selectiva, podem ser particularmente eficazes em aliviar a depressão, irritabilidade e excitação associada à DA.
Estes sintomas e os mais severos, incluindo o comportamento verbal ou fisicamente agressivo e o deambular, costumam ser normalmente tratados com neurolépticos, que podem, no entanto, aumentar o estado demencial, uma vez que não se sabe quais serão os efeitos sobre a demência.
Não existe maneira fiável de momento para prever a Doença de Alzheimer.
Nenhuma pessoa sem sintomas deverá fazer um exame genético para detectar a doença.
A presença do gene ApoE4 é um indicador precário de desenvolvimento da doença, e a falta deste gene não é uma garantia de protecção.
Que exames fazer para prever a Doença de Alzheimer?
Além dos exames ao sangue, para detectar anormalidades metabólicas, estão recomendados exames mais extensos.
As explorações compoturizadas, como o TAC, podem detectar a presença de coágulos sanguíneos, tumores cerebrais, hidrocéfalo ou acidente cérebro-vascular.
A electroencefalografia (EEG) detecta a actividade das ondas cerebrais; nalguns pacientes que sofrem da DA, este exame revela “ondas lentas”.
Embora existam outras doenças que podem manifestar anomalias similares, os dados do EEG ajudam a distinguir um paciente potencial da DA duma pessoa gravemente deprimida, cujas ondas cerebrais são normais.
O médico solicitará um número de exames psicológicos para avaliar as dificuldades de atenção, percepção, memória e soluçã de problemas, aptidão social e da linguagem.
Alguns especialistas crêem que esta investigação indica que a DA pode ser retardada, tratando essas pessoas com atidepressivos e um medicamento como o donepezilo, actualmente empregue na DA.
Os antidepressivos conhecidos como inibidores da reabsorção de serotonina selectiva, podem ser particularmente eficazes em aliviar a depressão, irritabilidade e excitação associada à DA.
Estes sintomas e os mais severos, incluindo o comportamento verbal ou fisicamente agressivo e o deambular, costumam ser normalmente tratados com neurolépticos, que podem, no entanto, aumentar o estado demencial, uma vez que não se sabe quais serão os efeitos sobre a demência.
Não existe maneira fiável de momento para prever a Doença de Alzheimer.
Nenhuma pessoa sem sintomas deverá fazer um exame genético para detectar a doença.
A presença do gene ApoE4 é um indicador precário de desenvolvimento da doença, e a falta deste gene não é uma garantia de protecção.
Que exames fazer para prever a Doença de Alzheimer?
Além dos exames ao sangue, para detectar anormalidades metabólicas, estão recomendados exames mais extensos.
As explorações compoturizadas, como o TAC, podem detectar a presença de coágulos sanguíneos, tumores cerebrais, hidrocéfalo ou acidente cérebro-vascular.
A electroencefalografia (EEG) detecta a actividade das ondas cerebrais; nalguns pacientes que sofrem da DA, este exame revela “ondas lentas”.
Embora existam outras doenças que podem manifestar anomalias similares, os dados do EEG ajudam a distinguir um paciente potencial da DA duma pessoa gravemente deprimida, cujas ondas cerebrais são normais.
O médico solicitará um número de exames psicológicos para avaliar as dificuldades de atenção, percepção, memória e soluçã de problemas, aptidão social e da linguagem.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Sinais Precoces da Doença de Alzheimer
Demência Normal
Memória e Concentração
· Lapsos menores e periódicos da memória ou esquecimento de parte duma vivência.
· Lapsos ocasionais da atenção ou lapsos da atenção e concentração.
· Perda de objectos importantes.
· Confusão acerca de como cumprir tarefas simples.
· Dificuldade para tomar decisões correntes.
· Confusão acerca do mês ou da estação do ano.
Estado de Ânimo e Comportamento
· Tristeza temporal ou ansiedade com base numa causa própria específica.
· Interesses alterados.
· Comportamento cada vez mais cauteloso.
· Alterações imprevisíveis do estado de ânimo.
· Perda crescente dos interesses exteriores.
· Depressão, ira ou confusão em processo de mudança.
· Negação dos sintomas.
Sinais posteriores da DA em Demência Normal
· Atitudes não deterioradas da linguagem.
· Dificuldade para completar frases ou encontrar as palavras adequadas.
· Redução da conversação e/ou conversação irrelevante
Movimento na Coordenação
· Aumento na precaução motora
· Maior lentidão para reagir.
· Deterioração do movimento ou coordenação, incluindo lentidão nos movimentos, andar e uma redução no sentido do equilíbrio.
Memória e Concentração
· Lapsos menores e periódicos da memória ou esquecimento de parte duma vivência.
· Lapsos ocasionais da atenção ou lapsos da atenção e concentração.
· Perda de objectos importantes.
· Confusão acerca de como cumprir tarefas simples.
· Dificuldade para tomar decisões correntes.
· Confusão acerca do mês ou da estação do ano.
Estado de Ânimo e Comportamento
· Tristeza temporal ou ansiedade com base numa causa própria específica.
· Interesses alterados.
· Comportamento cada vez mais cauteloso.
· Alterações imprevisíveis do estado de ânimo.
· Perda crescente dos interesses exteriores.
· Depressão, ira ou confusão em processo de mudança.
· Negação dos sintomas.
Sinais posteriores da DA em Demência Normal
· Atitudes não deterioradas da linguagem.
· Dificuldade para completar frases ou encontrar as palavras adequadas.
· Redução da conversação e/ou conversação irrelevante
Movimento na Coordenação
· Aumento na precaução motora
· Maior lentidão para reagir.
· Deterioração do movimento ou coordenação, incluindo lentidão nos movimentos, andar e uma redução no sentido do equilíbrio.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Quais os sintomas da Doença de Alzheimer?
Os primeiros podem passar despercebidos, já que se assemelham aos sinais do envelhecimento natural.
Estes sintomas incluem esquecimento, perda da concentração, perda de peso sem explicação e problemas motores, incluindo dificuldades ligeiras no andar.
Nos indivíduos sãos, sintomas similares podem ser resultado de fadiga ou depressão, doença, perda de visão ou de audição, uso do alcool ou certo medicamentos, ou simplesmente a carga de ter demasiados detalhes para recordar imediatamente.
Mas quando a perda de mem´ria piora, a família e os amigos percebem que existem problemas graves.
Um indício para diferenciar a Doença de Alzheimer do envelhecimento normal, pode ser a incapacidade do paciente para compreender o significado da palavras.
Os problemas sensoriais que a acompanham, como a perda de audiçã e uma diminuição na capacidade de ler, assim como a debilidade física geral nos pacientes diagnosticados com DA, indicam um tempo mais curto de sobrevivência.
Alguns outros transtornos podem causar estes sintomas extremos e deverão descobrir-se antes que um diagnóstico de DA possa ser feito.
Estrictamente falando, um diagnóstico definitivo de DA só poderá efectuar-se através duma autópsia, após a morte d paciente.
Diagnóstico de Doença de Alzheimer
Não se criou um exame definitivo para diagnosticar a Doença de Alzheimer, inclusive nos pacientes que mostram sinais de demência.
Uma análise ao sangue, para detecção do gene ApoE4 pode ser útil para confirmar um diagnóstico nos pacientes que mostram sintomas de DA, embora continue sem er definitivo um resultado positivo.
O líquido cefalorraquidiano, que mostra altos níveis de proteína tau, o ingrediente principal das fibras nervosas enredadas dos cérebros das pessoas com DA, pode servir como indicador e diagnóstico.
O exame é invasor, no entanto, e actualmente só se emprega em investigações.
Comummente, um médico levará a cabo uma série de exames para descobrir outros transtornos que possam ser responsáveis pelos sintomas do paciente – entre eles, depressão severa, doença de Parkinson, acidentes vasculares múltiplos (demência por multienfarte) e abuso de drogas.
Outras doenças, menos comuns, que podem causar sintomas similares aos da DA, são a doença da Tiróide, anemia perniciosa, coágulos sanguíneos, hidrocéfalo (acumulação de liquído cefalorraquidiano no cérebro), sífilis, doença de Huntington, doença de Creutzfeldt-Jacob e tumores cerebrais.
Estes sintomas incluem esquecimento, perda da concentração, perda de peso sem explicação e problemas motores, incluindo dificuldades ligeiras no andar.
Nos indivíduos sãos, sintomas similares podem ser resultado de fadiga ou depressão, doença, perda de visão ou de audição, uso do alcool ou certo medicamentos, ou simplesmente a carga de ter demasiados detalhes para recordar imediatamente.
Mas quando a perda de mem´ria piora, a família e os amigos percebem que existem problemas graves.
Um indício para diferenciar a Doença de Alzheimer do envelhecimento normal, pode ser a incapacidade do paciente para compreender o significado da palavras.
Os problemas sensoriais que a acompanham, como a perda de audiçã e uma diminuição na capacidade de ler, assim como a debilidade física geral nos pacientes diagnosticados com DA, indicam um tempo mais curto de sobrevivência.
Alguns outros transtornos podem causar estes sintomas extremos e deverão descobrir-se antes que um diagnóstico de DA possa ser feito.
Estrictamente falando, um diagnóstico definitivo de DA só poderá efectuar-se através duma autópsia, após a morte d paciente.
Diagnóstico de Doença de Alzheimer
Não se criou um exame definitivo para diagnosticar a Doença de Alzheimer, inclusive nos pacientes que mostram sinais de demência.
Uma análise ao sangue, para detecção do gene ApoE4 pode ser útil para confirmar um diagnóstico nos pacientes que mostram sintomas de DA, embora continue sem er definitivo um resultado positivo.
O líquido cefalorraquidiano, que mostra altos níveis de proteína tau, o ingrediente principal das fibras nervosas enredadas dos cérebros das pessoas com DA, pode servir como indicador e diagnóstico.
O exame é invasor, no entanto, e actualmente só se emprega em investigações.
Comummente, um médico levará a cabo uma série de exames para descobrir outros transtornos que possam ser responsáveis pelos sintomas do paciente – entre eles, depressão severa, doença de Parkinson, acidentes vasculares múltiplos (demência por multienfarte) e abuso de drogas.
Outras doenças, menos comuns, que podem causar sintomas similares aos da DA, são a doença da Tiróide, anemia perniciosa, coágulos sanguíneos, hidrocéfalo (acumulação de liquído cefalorraquidiano no cérebro), sífilis, doença de Huntington, doença de Creutzfeldt-Jacob e tumores cerebrais.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Doença de Alzheimer
O género
Um estudo recente indica que os factores de risco da DA podem ser diferentes nas mulheres e nos homens. Estes correm um risco maior de desenvolver a doença. A terapia pelo estrogéneo pode ajudar a proteger a mulheres mais velhas.
Traumatismo cranioencefálico
A lesão da cabeça pode adelerar o desenvolvimento da DA nas pessoas que já são susceptíveis à doença.
Arteriosclerose
Alguns estudos (não todos) encontraram uma ligação entre a arteriosclerose, o endurecimento das artérias, e a DA, em particular entre as pessoas portadoras do gene ApoE4.
Como se pode prevenir a Doença de Alzheimer?
Dieta
Uma análise preliminar dos hábitos alimentares em onze países, indica que uma dieta baixa em gorduras pode reduzir o risco da DA.
Nos países com dietas baixas em gorduras, como a China e a Nigéria,, o risco de desenvolver a doença é de 1% aos 65 anos, comparado com 5% nos Estados Unidos.
Para apoiar isto, um estudo na Holanda concluiu que as dietas elevadas em gordura total, gordura saturada e colesterol, estavam associadas á demência.
Embora se devam evitar as gorduras saturadas e os ácidos transadíficos, algumas gorduras que se encontram em peixes como o salmão, a pescada e o atum, são essenciais para o desenvolvimento contra a deterioração mental na velhice.
Evitar riscos do meio ambiente
A associação entre o risco incrementado da DA e o alumínio e o zinco, é muito débil, mas causou alarme.
Nada se perde mediante o emprego de utensílios de cozinha feitos doutros materiais e evitar medicamentos comuns sem prescrição com conteúdo elevado de alumínio, como os antiácidos.
Quanto ao zinco, as diferenças são graves, e as pessoas necessitam deste mineral, embora os suplementos sejam raras vezes necessários.
Um estudo recente indica que os factores de risco da DA podem ser diferentes nas mulheres e nos homens. Estes correm um risco maior de desenvolver a doença. A terapia pelo estrogéneo pode ajudar a proteger a mulheres mais velhas.
Traumatismo cranioencefálico
A lesão da cabeça pode adelerar o desenvolvimento da DA nas pessoas que já são susceptíveis à doença.
Arteriosclerose
Alguns estudos (não todos) encontraram uma ligação entre a arteriosclerose, o endurecimento das artérias, e a DA, em particular entre as pessoas portadoras do gene ApoE4.
Como se pode prevenir a Doença de Alzheimer?
Dieta
Uma análise preliminar dos hábitos alimentares em onze países, indica que uma dieta baixa em gorduras pode reduzir o risco da DA.
Nos países com dietas baixas em gorduras, como a China e a Nigéria,, o risco de desenvolver a doença é de 1% aos 65 anos, comparado com 5% nos Estados Unidos.
Para apoiar isto, um estudo na Holanda concluiu que as dietas elevadas em gordura total, gordura saturada e colesterol, estavam associadas á demência.
Embora se devam evitar as gorduras saturadas e os ácidos transadíficos, algumas gorduras que se encontram em peixes como o salmão, a pescada e o atum, são essenciais para o desenvolvimento contra a deterioração mental na velhice.
Evitar riscos do meio ambiente
A associação entre o risco incrementado da DA e o alumínio e o zinco, é muito débil, mas causou alarme.
Nada se perde mediante o emprego de utensílios de cozinha feitos doutros materiais e evitar medicamentos comuns sem prescrição com conteúdo elevado de alumínio, como os antiácidos.
Quanto ao zinco, as diferenças são graves, e as pessoas necessitam deste mineral, embora os suplementos sejam raras vezes necessários.
domingo, 8 de agosto de 2010
Como prevenir a Doença de Alzheimer?
Os estudos apontam, cada vez mais, que o estrogéneo protege contra a DA e o funcionamento mental reduzido, normalmente associado á velhice.
Vários estudos concluiram que as mulheres que fazem terapia de substituição de hormonas (em várias combinações), obtêm melhores resultados em provas de memória e de aprendizagem que as mulheres que não fazem esse tratamento.
Dois estudos recentes concluiram que as mulheres que faziam a substituição de hormonas corriam riscos reduzidos de DA – num estudo o risco foi inferior a 60%.
O tratamento com estrogéneo pode inclusive ajudar as mulheres com Doança de Alzheimer entre leve a moderada, que mostravam um melhor funcionamento mental depois de tomarem estrogéneos. E outro mostrou menos evidência de DA nos cérebros das mulheres que tomavam estrogéneo que nas que não o tomavam.
Estas informações são apoiadas por estudos em animais, que indicam que o estrogéneo desencadeia um pocesso que conduz à producção de acetilcolina, um químico que se encontra em níveis muito reduzidos nos pacientes com Alzheimer. Parece também que a terapia de estrogéneo estimula o fluxo sanguíneo no cérebro.
Educação Contínua e Actividade Mental
Vários estudos reportaram um maior risco de DA entre as pessoas com menos educação e um risco menor de demência e DA nas pessoas que permanecem activas mentalmente.
Alguns especialistas especulam que a aprendizagem em si estimula um maior crescimento de neurónios e, portanto, pode criar uma reserva maior no cérebro, de tal maneira que demora mai tempo para que as células cerebrais sejam destruídas.
Outros, acreditam que forças de índole sócio-económica, como a dieta e toxinas do meio ambiente, podem tornar as pessoas de nível cultural mais baixo mais susceptíveis.
Um estudo em curso, com freiras, não encontrou qualquer associação entre a educação e a DA, mas encontrou um alto risco de DA entre aqueles cujas redacções eram ricas em ideias.
Alguns especialistas postulam que este estudo oferece a evidência de que a Doença de Alzheimer é uma doença de índole vitalícia, que começa numa idade precoce e que a educação cont+inua não oferece qualquer protecção.
O estudo foi muito pequeno, no entanto, e quando se avaliaram casos fora do estudo, empregando os mesmos critérios, não ocorreram os mesmos resultados.
Em qualquer caso, permanecer mentalmente activo e interessado na vida, será sempre uma boa recomendação.
Vários estudos concluiram que as mulheres que fazem terapia de substituição de hormonas (em várias combinações), obtêm melhores resultados em provas de memória e de aprendizagem que as mulheres que não fazem esse tratamento.
Dois estudos recentes concluiram que as mulheres que faziam a substituição de hormonas corriam riscos reduzidos de DA – num estudo o risco foi inferior a 60%.
O tratamento com estrogéneo pode inclusive ajudar as mulheres com Doança de Alzheimer entre leve a moderada, que mostravam um melhor funcionamento mental depois de tomarem estrogéneos. E outro mostrou menos evidência de DA nos cérebros das mulheres que tomavam estrogéneo que nas que não o tomavam.
Estas informações são apoiadas por estudos em animais, que indicam que o estrogéneo desencadeia um pocesso que conduz à producção de acetilcolina, um químico que se encontra em níveis muito reduzidos nos pacientes com Alzheimer. Parece também que a terapia de estrogéneo estimula o fluxo sanguíneo no cérebro.
Educação Contínua e Actividade Mental
Vários estudos reportaram um maior risco de DA entre as pessoas com menos educação e um risco menor de demência e DA nas pessoas que permanecem activas mentalmente.
Alguns especialistas especulam que a aprendizagem em si estimula um maior crescimento de neurónios e, portanto, pode criar uma reserva maior no cérebro, de tal maneira que demora mai tempo para que as células cerebrais sejam destruídas.
Outros, acreditam que forças de índole sócio-económica, como a dieta e toxinas do meio ambiente, podem tornar as pessoas de nível cultural mais baixo mais susceptíveis.
Um estudo em curso, com freiras, não encontrou qualquer associação entre a educação e a DA, mas encontrou um alto risco de DA entre aqueles cujas redacções eram ricas em ideias.
Alguns especialistas postulam que este estudo oferece a evidência de que a Doença de Alzheimer é uma doença de índole vitalícia, que começa numa idade precoce e que a educação cont+inua não oferece qualquer protecção.
O estudo foi muito pequeno, no entanto, e quando se avaliaram casos fora do estudo, empregando os mesmos critérios, não ocorreram os mesmos resultados.
Em qualquer caso, permanecer mentalmente activo e interessado na vida, será sempre uma boa recomendação.
sábado, 7 de agosto de 2010
O grupo étnico
A doença de Alzheimer é rara na África Ocidental; no entanto, os afro-americanos correm um risco quato vezes maior que os americanos brancos, e o seu risco está associado à presença da APOE4.
Os hispânicos correm um risco de mais do dobro dos brancos.
A doença de Alzheimer ocorre menos entre os nativos americanos. Crees e Cherokes e nas pessoas da China ou Japão, que na população americana em geral.
(Um estudo entre homens japoneses, não obstante, revelou que aqueles que emigraram para os Estados Unidos sofreram uma maior taxa da DA).
Embora diferentes factores genéticos possam afectar grupos étnicos específicos, os factores do meio ambiente podem desempenhar importante papel na DA.
Factores do ambiente
Vírus. Já que várias outras doenças neurológicas degenerativas, como a doença de Creutzfeldt-Jacob, são causadas por um vírus lento, infeccioso, os investigadores exploram a rota vírica como causa possível da DA.
Não existe evidência de que a DA seja transmissível, mas uma possibilidade é que a sensibilidade genética juntamente com a deterioração do sistema imunológico deixa uma pesoa vulnerável a tal vírus.
Um estudo indicou que o vírus 1 do herpes pode proporcionar este enlace: o resultados determinaram que o risco de DA é muito mais elevado nas pessoas com ApoE4, que também evidenciam este vírus, mas o risco é normal nas pessoas com um só destes factores.
Os metais. Apesar de existir a inquietação de que o alumínio poderia desempenhar um papel na DA, os estudos não demonstraram qualquer relação entre o desenvolvimento da DA e a exposição ao alumínio na cozinha, trabalho ocupacional ou água potável.
A DA pensava-se uma doença que resulta de iões de alumínio que substituem os de ferro e se acumulam nas células, contribuindo assim, possivelmente, para a demência já existente.
Alguns investigadores acreditam que as quantidades excessivas de zinco podem pomover a formação de placas amilóides.
Os hispânicos correm um risco de mais do dobro dos brancos.
A doença de Alzheimer ocorre menos entre os nativos americanos. Crees e Cherokes e nas pessoas da China ou Japão, que na população americana em geral.
(Um estudo entre homens japoneses, não obstante, revelou que aqueles que emigraram para os Estados Unidos sofreram uma maior taxa da DA).
Embora diferentes factores genéticos possam afectar grupos étnicos específicos, os factores do meio ambiente podem desempenhar importante papel na DA.
Factores do ambiente
Vírus. Já que várias outras doenças neurológicas degenerativas, como a doença de Creutzfeldt-Jacob, são causadas por um vírus lento, infeccioso, os investigadores exploram a rota vírica como causa possível da DA.
Não existe evidência de que a DA seja transmissível, mas uma possibilidade é que a sensibilidade genética juntamente com a deterioração do sistema imunológico deixa uma pesoa vulnerável a tal vírus.
Um estudo indicou que o vírus 1 do herpes pode proporcionar este enlace: o resultados determinaram que o risco de DA é muito mais elevado nas pessoas com ApoE4, que também evidenciam este vírus, mas o risco é normal nas pessoas com um só destes factores.
Os metais. Apesar de existir a inquietação de que o alumínio poderia desempenhar um papel na DA, os estudos não demonstraram qualquer relação entre o desenvolvimento da DA e a exposição ao alumínio na cozinha, trabalho ocupacional ou água potável.
A DA pensava-se uma doença que resulta de iões de alumínio que substituem os de ferro e se acumulam nas células, contribuindo assim, possivelmente, para a demência já existente.
Alguns investigadores acreditam que as quantidades excessivas de zinco podem pomover a formação de placas amilóides.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A doença de Alzheimer
A doença de Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro, para a qual não existe ecuperação ou emissão.
Lenta e inexoravelmente, a doença ataca as células nervosas de todo o córtex cerebral, assim como algumas estruturas nervosas, deteriorando assim as capacidades da pessoa governar as emoções, reconhecer erros e padrões, coordenar o movimento e recordar…
Por último, a pessoa afectada perde toda a memória e o funcionamento mental.
Aproximadamente metade das pessoas internadas em locais (tipo asilo) para anciãos, e quase metade de todas as pessoas com mais de 85 anos, sofrem da doença de Alzheimer.
É agora a quarta causa principal de morte ns mais velhos e, a menos que se desenvolvam métodos eficazes para a prevenção e tratamento, a doença de Alzheimer alcançará proporções epidémicas nos meados do século.
Até há pouco, duas anomalias significativas foram observadas nos cérebros das pessoas afectadas: fibras retorcidas de células nervosas conhecidas como redes neurofibrilares e uma proteína pegajosa chamada beta amilóide.
As redes fibrilares são os restos danificados dos microtúbulos, a estrutura de apoio que permite o fluxo de nutrientes através dos neurónios. Uma forma mutada da proteína conhecida como «tau», encontra-se nestas redes, e alguns especialistas acreditam que esta versão defeituosa atrai e possui proteínas tau normais que ajudam comunmente no fabrico duma estrutura de microtúbulos saudáveis.
Os invetigadores identificaram outras proteínas importantes, entre outras a proteína de união associada de retilo endoplasmico, das placas de amilóide que se encontram em áreas do cérebro afectadas pela doença de Alzheimer.
Alguns investigadores pensam que a beta amilóide pode rasgar-se em fragmentos que libertam radicais livres de oxigénio – químicos normais no corpo, que causam vários processos daninhos, quando produzidos em excesso.
Um destes processos pode ser a resposta inflamatória na qual o sistema imunitário liberta anticorpos cuja missão é combater o agentes nocivos, mas, se produzidos em excesso, podem lesionar as próprias células do corpo.
(The American Journal of Alzheimer’s Care)
Lenta e inexoravelmente, a doença ataca as células nervosas de todo o córtex cerebral, assim como algumas estruturas nervosas, deteriorando assim as capacidades da pessoa governar as emoções, reconhecer erros e padrões, coordenar o movimento e recordar…
Por último, a pessoa afectada perde toda a memória e o funcionamento mental.
Aproximadamente metade das pessoas internadas em locais (tipo asilo) para anciãos, e quase metade de todas as pessoas com mais de 85 anos, sofrem da doença de Alzheimer.
É agora a quarta causa principal de morte ns mais velhos e, a menos que se desenvolvam métodos eficazes para a prevenção e tratamento, a doença de Alzheimer alcançará proporções epidémicas nos meados do século.
Até há pouco, duas anomalias significativas foram observadas nos cérebros das pessoas afectadas: fibras retorcidas de células nervosas conhecidas como redes neurofibrilares e uma proteína pegajosa chamada beta amilóide.
As redes fibrilares são os restos danificados dos microtúbulos, a estrutura de apoio que permite o fluxo de nutrientes através dos neurónios. Uma forma mutada da proteína conhecida como «tau», encontra-se nestas redes, e alguns especialistas acreditam que esta versão defeituosa atrai e possui proteínas tau normais que ajudam comunmente no fabrico duma estrutura de microtúbulos saudáveis.
Os invetigadores identificaram outras proteínas importantes, entre outras a proteína de união associada de retilo endoplasmico, das placas de amilóide que se encontram em áreas do cérebro afectadas pela doença de Alzheimer.
Alguns investigadores pensam que a beta amilóide pode rasgar-se em fragmentos que libertam radicais livres de oxigénio – químicos normais no corpo, que causam vários processos daninhos, quando produzidos em excesso.
Um destes processos pode ser a resposta inflamatória na qual o sistema imunitário liberta anticorpos cuja missão é combater o agentes nocivos, mas, se produzidos em excesso, podem lesionar as próprias células do corpo.
(The American Journal of Alzheimer’s Care)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Velhice, senilidade e demência
Tal como o corpo, a mente necessita de actividade para se manter em forma. Mesmo e sobretudo nos mais velhos, quano mais activa é a mente, tanto mais agudas são a sua memória e capacidade de resolver problemas. Nunca é tarde para se aprender coisas novas.
Os mais velhos podem, às vezes, sofrer duma «sobrecarga de informações», pois a perda de neurónios afecta a memória de curto prazo. Contudo, uma vez aprendida uma matéria nova, os mais velhos recordam-na tão bem como os mais jovens.
A melhor maneira de os mais velhos adquirirem novas informações é activarem a sua memória de longo prazo, para o que se lhes deve permitir apreenderem as informações novas ao ritmo que lhes convenha. Quanto menos interferência exterior, melhor. Disse um reformado que criou a sua empresa aos 65 anos: «Deus conferiu-nos certo talentos e, se os conferiu, é para que os usemos.» A velhice pode ser um período de grande maturidade e realização intelectual. Muitos fizeram o seu melhor trabalho depois dos sessenta anos.
Como em todas as doenças, o diagnóstico é a chave do tratamento eficaz. Os esquecimentos ocasionais são comuns em todas as fases da vida.
No entanto, muitas pessoas julgam, erradamente, que os lapsos de memória nos idosos são sinal incontestável de senilidade.
O mito da senilidade fez, desde sempre, parte das culturas ocidentais. Existe uma tendência malévola na maioria das pessoas para pensar que os velhos têm o seu intelecto diminuído. Se um jovem um um homem de meia idade não se lembrarem onde deixaram um objecto, isso nada significa; mas se esta distracção for detectada num velho, as pessoas dizem que já está a perder a memória.
Doenças como a gripe e uma anemia podem provocar períodos de confusão transitória nos mais velhos. Quando uma pessoa de idade se sente depimida, por exemplo pela morte dum familiar ou amigo, a perda de memória ou mesmo um afundamento total do seu intelecto, é ainda mais vulgar e compreensível.
A expectativa de demência fere o amor-próprio da pessoa que envelhece, e os primeiros sinais são muitas vezes escondidos ou negados pelo próprio idoso ou pelas famílias; no entanto, ignorar a situação pode causar poblemas médicos graves.
Em cada cem idosos que menifestem sintomas de demência, trinta apresentam comportamento senil curável, que deaparecerá em grande parte com tratamento adequado.
Os mais velhos podem, às vezes, sofrer duma «sobrecarga de informações», pois a perda de neurónios afecta a memória de curto prazo. Contudo, uma vez aprendida uma matéria nova, os mais velhos recordam-na tão bem como os mais jovens.
A melhor maneira de os mais velhos adquirirem novas informações é activarem a sua memória de longo prazo, para o que se lhes deve permitir apreenderem as informações novas ao ritmo que lhes convenha. Quanto menos interferência exterior, melhor. Disse um reformado que criou a sua empresa aos 65 anos: «Deus conferiu-nos certo talentos e, se os conferiu, é para que os usemos.» A velhice pode ser um período de grande maturidade e realização intelectual. Muitos fizeram o seu melhor trabalho depois dos sessenta anos.
Como em todas as doenças, o diagnóstico é a chave do tratamento eficaz. Os esquecimentos ocasionais são comuns em todas as fases da vida.
No entanto, muitas pessoas julgam, erradamente, que os lapsos de memória nos idosos são sinal incontestável de senilidade.
O mito da senilidade fez, desde sempre, parte das culturas ocidentais. Existe uma tendência malévola na maioria das pessoas para pensar que os velhos têm o seu intelecto diminuído. Se um jovem um um homem de meia idade não se lembrarem onde deixaram um objecto, isso nada significa; mas se esta distracção for detectada num velho, as pessoas dizem que já está a perder a memória.
Doenças como a gripe e uma anemia podem provocar períodos de confusão transitória nos mais velhos. Quando uma pessoa de idade se sente depimida, por exemplo pela morte dum familiar ou amigo, a perda de memória ou mesmo um afundamento total do seu intelecto, é ainda mais vulgar e compreensível.
A expectativa de demência fere o amor-próprio da pessoa que envelhece, e os primeiros sinais são muitas vezes escondidos ou negados pelo próprio idoso ou pelas famílias; no entanto, ignorar a situação pode causar poblemas médicos graves.
Em cada cem idosos que menifestem sintomas de demência, trinta apresentam comportamento senil curável, que deaparecerá em grande parte com tratamento adequado.
domingo, 1 de agosto de 2010
População incapacitada
Quando uma adolescente com síndrome de down começou a cantar, com uma voz espectacular, a maioria dos assistentes não pôde conter as lágrimas ante o prodígio que via e ouvia.
De baixa estatura, duns 20 anos, vestida naturalmente e com uma cara que irradiava alegria e segurança, estava a dar, com a sua atitude, uma maravilhosa lição de vida e, ao mesmo tempo, ratificava o belíssimo trabalho da instituição, e outras similares; através da arte encontra-se uma das melhores formas de superar diversas incapacidades.
Quão pouco respeito e que falta de consciência há pela que hoje se denomina população em situação de incapacidade. Nas contendas eleitorais anunciam-nos que tudo farão em prol dos incapacitados. Não chega, todavia, para assegurar uma política de segurança democrática, em clara referência àqueles que têm o mérito de mostrar ao país, meio cego, que os incapacitados existem e necessitam de apoios.
A doença de Alzheimer, por exemplo, é um transtorno cerebral que se apresenta em pessoas com mais de 60 anos sob a forma de demência.
Segundo estudos realizados, existem cerca de 160 mil pessoas afectadas em Portugal. Segundo se pode comprovar, há pouca vontade em ajudá-las, sobretudo às mais pobres, talvez por não renderem o desejado.., sabendo-se que, a continuar desta forma, não demorará muito tempo para que o número se eleve e tenhamos um país muito mais envelhecido e, em grande parte, demente.
João Paulo II era um papa viajante; ao encerrar o Ano Internacional e Europeu das Pessoas com Incapacidade, em 2003, expressou: «Uma sociedade que dê espaços unicamente aos membros plenamente funcionais, totalmente autónomos e independentes, não será uma sociedade dugna do ser humano. A discriminação em virtude da eficiência não é menos condenável que a que se realiza em virtude da raça, do sexo ou da religião».
Teremos nós uma sociedade digna de todos os portugueses? Não!, porque não somos uma sociedade inclusiva nem equitativa nem, muito menos, tolerante. E o pior é que a exclusão social é limitativa do desenvolvimento humano. Por isso campeia a violência.
Uma sociedade inclusiva respeita e valoriza a diferença e contrói justiça, desenvolvimento, tolerância, respeito, solidariedade e democracia.
Os efeitos da cultura, em todas as suas manifestações, são tão mágicos, tão milagrosos, que está demonstrado ser o melhor meio, o caminho indicado para que as pessoas incapacitadas possam encontrar uma luz.
Todas as instituições devem adquirir o compromisso de contribuir, seja como for, música, pintura, dança, teatro e porque não leitura, com esses 10% da população nacional que está marginalizada.
Há aí uma boa esponsabilidade ética e um excelente compromisso social.
De baixa estatura, duns 20 anos, vestida naturalmente e com uma cara que irradiava alegria e segurança, estava a dar, com a sua atitude, uma maravilhosa lição de vida e, ao mesmo tempo, ratificava o belíssimo trabalho da instituição, e outras similares; através da arte encontra-se uma das melhores formas de superar diversas incapacidades.
Quão pouco respeito e que falta de consciência há pela que hoje se denomina população em situação de incapacidade. Nas contendas eleitorais anunciam-nos que tudo farão em prol dos incapacitados. Não chega, todavia, para assegurar uma política de segurança democrática, em clara referência àqueles que têm o mérito de mostrar ao país, meio cego, que os incapacitados existem e necessitam de apoios.
A doença de Alzheimer, por exemplo, é um transtorno cerebral que se apresenta em pessoas com mais de 60 anos sob a forma de demência.
Segundo estudos realizados, existem cerca de 160 mil pessoas afectadas em Portugal. Segundo se pode comprovar, há pouca vontade em ajudá-las, sobretudo às mais pobres, talvez por não renderem o desejado.., sabendo-se que, a continuar desta forma, não demorará muito tempo para que o número se eleve e tenhamos um país muito mais envelhecido e, em grande parte, demente.
João Paulo II era um papa viajante; ao encerrar o Ano Internacional e Europeu das Pessoas com Incapacidade, em 2003, expressou: «Uma sociedade que dê espaços unicamente aos membros plenamente funcionais, totalmente autónomos e independentes, não será uma sociedade dugna do ser humano. A discriminação em virtude da eficiência não é menos condenável que a que se realiza em virtude da raça, do sexo ou da religião».
Teremos nós uma sociedade digna de todos os portugueses? Não!, porque não somos uma sociedade inclusiva nem equitativa nem, muito menos, tolerante. E o pior é que a exclusão social é limitativa do desenvolvimento humano. Por isso campeia a violência.
Uma sociedade inclusiva respeita e valoriza a diferença e contrói justiça, desenvolvimento, tolerância, respeito, solidariedade e democracia.
Os efeitos da cultura, em todas as suas manifestações, são tão mágicos, tão milagrosos, que está demonstrado ser o melhor meio, o caminho indicado para que as pessoas incapacitadas possam encontrar uma luz.
Todas as instituições devem adquirir o compromisso de contribuir, seja como for, música, pintura, dança, teatro e porque não leitura, com esses 10% da população nacional que está marginalizada.
Há aí uma boa esponsabilidade ética e um excelente compromisso social.
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