Melhor forma de lidar com elas – 1
O tempo que resta de vida a uma vítima da DA é em geral reduzido, embora um paciente possa viver entre três a vinte anos após o diagnóstico
A fase final da doença pode durar desde alguns meses até vários anos, durante os quais se torna cada vez mais imóvel e disfuncional. Os prestadores de assistência deverão compreender as fases desta doença para ajudar a determinar as suas próprias capacidades para tratar esta doença tão triste.
Frequentemente, os médicos não dizem aos pacientes que têm a DA. Os estudos indicam que a progressão pode desacelerar com o esforço intelectual e a maioria dos medicamentos, a nível de investigação em ensaios, ralizam-se nas etapas iniciais.
Se um paciente com DA expressa a necessidade de saber a verdade, deverá ser-lhe dita.
Então, tanto o prestador de assistência como o paciente poderão começar a abordar os assuntos desta doença incapacitante que podem ser controlados, como por exemplo o acesso a grupos de apoio e medicamentos em investigação.
Estado de ânimo e comportamento emocional
Os pacientes da DA mostram oscilações abruptas do estado de ânimo e podem tornar-se agressivos.
Parte deste comportamento é causado por alterações químicas no cérebro. Mas, sem dúvida, também se pode atribuir á terrível e real experiência de perder o conhecimento e a compreensão, causando medo e frustração que já não pode expressar verbalmente.
É importante que o prestador de cuidados controle o ambiente, mantendo as distracções e o ruído ao mínimo, falando claramente.
A maioria dos especialistas recomenda falar lentamente, mas alguns prestadores de assistência sugerem que os pacientes desta doença respondem melhor a frases claras, pronunciadas rapidamente, que podem recordar mais facilmente.
Os prestadores de cuidados deverão manter uma atitude o mais neutral possível; muitos pacientes com DA são extremamente sensíveis às emoções implícitas dos prestadores de cuidados e reagem negativamente a sinais de condescendência, ira e frustração.
Embora se prete bastante atenção às emoções negativas dos pacientes com DA, alguns tornam-se muito gentis, retendo a capacidade de se rir deles mesmos, inclusive depois de que as suas capacidades verbais tenham desaparecido.
Alguns não parecem infelizes, mas em estado místico, ou similar ao produzido pelo efeito duma droga, à medida que o passado e o futuro lhes escapa.
A estimulação deste estado pode dar algum consolo ao prestador de cuidados.
PORTUSASAS – Associação de Solidariedade e Apoio Social
Na PORTUSASAS - ASAS, pretendemos prestar cuidados a pessoas pobres e carenciadas, afectadas por qualquer tipo de demênca ou Doença de alzheimer. Mas pretendemos também prestar apoio às crianças em situação de risco. Queremos também comparticipar na aquisição de medicamentos pelas pessoas com menores rendimentos, tantas que são…
Precisamos de instalações, não importando o estado em que se encontre o espaço, pois far-se-ão as obras necessárias. Também não imposrta a sua localização, dentro do chamado Grande Porto.
Se alguém nos pode ajudar a «ajudar» quem precisa de nós, agradecemos que nos contacte através do TM. 931767630, o e-mail: portusasas@iol.pt, portusasas@gmail.com.
Não temos nem dependemos, nunca aceitaríamos tal situação, de qualquer partido político, uma vez que o nosso partido são as pessoas que possamos apoiar no dia-a-dia.
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